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segunda-feira, 26 de março de 2012

RIO: DEPUTADOS QUEREM ANISTIAR POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS EXPULSOS

Um grupo de deputados estaduais do Rio de Janeiro vai apresentar um projeto de lei para anistiar os policias militares e bombeiros expulsos após participarem do movimento reivindicatório do último mês de Fevereiro.
Ao todo, já foram expulsos 12 policiais militares e 13 bombeiros.

Expulsão seria ilegal

De acordo com o deputado Paulo Ramos (PDT-RJ), autor da proposta, a expulsão dos agentes de segurança só poderia ser decidida na Justiça:

"O Regimento Interno da Polícia Militar prevê que policias só podem ser expulsos por decisão judicial, e não por atos administrativos, como ocorreu", explica o parlamentar, que também foi major da Polícia Militar.
Ainda segundo Ramos, a atitude foi uma determinação direta do governador, apenas cumprida pelas corporações:

"Os comandantes da PM e dos Bombeiros agiram sob o comando do governador Sergio Cabral. E eu me sinto na obrigação de entrar com um projeto para anistiar esse profissionais. Eu sempre me posiciono contra a exclusão dos PMs e Bombeiros que participam de movimentos reivindicatórios", acrescenta.

O também deputado Luiz Paulo (PSDB-RJ) afirma que havia solicitado uma postura diferente do governo do estado:

"Eu já tinha pedido à presidência da Câmara que levasse ao governador Sergio Cabral um apelo para perdoar esses profissionais, seria um grande gesto da parte dele. Como não tivemos nenhuma resposta, está claro que está na hora de apresentar um projeto nesse sentido", lembra.

Governista também é contra a expulsão

O presidente da Comissão de Segurança Pública da Alerj, Zaqueu Teixeira (PT-RJ), membro da base governista, é mais um a fazer coro pela anistia dos agentes de segurança.

"O regulamento da PM e dos Bombeiros tem vários tipos de punição pro que aconteceu. A gente pede ao governador que reveja essa punição e readmita os policiais e bombeiros".

Fonte: Jornal do Brasil
Via: Cabo Heronides

sexta-feira, 23 de março de 2012

Traficante da Rocinha no Rio de Janeiro é preso na Paraíba

Foto : TC Souza Neto
O fugitivo da justiça do Rio de Janeiro identificado como sendo Ednaldo Alves da Costa, 50 anos, foi preso na cidade de Serra Redonda, Agreste paraibano.

A prisão feita por policiais do Serviço de Inteligência do 2º BPM, sob o comando do coronel Souza Neto, ocorreu após uma investigação.

O cerco ocorrido na tarde desta quinta-feira (22) faz parte da ‘Operação Malhas da Lei’.

De acordo com a polícia, o fugitivo é morador da favela da Rocinha, mas estava na casa de familiares na cidade há cerca de dois anos.

Ednaldo Alves da Costa está detido na Central de Polícia em Campina Grande onde deverá ser encaminhado para o Estado do Rio de Janeiro.

O fugitivo responde por tráfico de drogas, receptação, formação de quadrilha e dois homicídios.

FONTE: PORTAL CORREIO
VIA: É SERTÃO 

quarta-feira, 15 de junho de 2011

FILHO DE FERNANDINHO BEIRA-MAR É CONDENADO A 7 ANOS DE PRISÃO

O filho do homem considerado o maior traficante do Brasil, Luiz Fernando da Costa, o ‘Fernandinho Beira Mar’, Luan Medeiros da Costa (foto), foi condenado a 7 anos de reclusão em regime fechado e ao pagamento de 800 dias-multa, cada um no valor de 1/30 salários mínimos, pelo crime de tráfico de drogas.
A sentença foi emitida na última sexta-feira pelo juiz da Vara de Entorpecentes de Campina Grande, Luiz Falkandre de Sousa Queiroz. Além dele, também foram condenados no processo 001.2010.021.953-2 os réus Otávio Luiz Andrade Novais e a Edson Cunha Ataíde Filho.

Na sentença, o magistrado afirmou que “assim, por tudo que se apurou durante a instrução criminal, entendo que sobram nos autos elementos justificadores de um decreto condenatório, sendo as provas produzidas suficientes para demonstrarem a materialidade delitiva e sua autoria, restando, por fim, provado que os acusados agiram com objetivo idêntico, concorrendo cada um para a ocorrência do crime de tráfico de drogas”.

Otávio Luiz Andrade foi condenado também a 7 anos de reclusão em regime fechado e ao pagamento de 800 dias multa; já Edson Cunha Ataíde foi condenado ao mesmo período em regime fechado, mas teve a pena reduzida com base no parágrafo 4° do artigo 33 da lei 11.343/2006 para 4 anos e oito meses de reclusão, no mesmo regime.
 
FONTE: FORÇA TÁTICA CAMOCIM

terça-feira, 14 de junho de 2011

ABAIXO ASSINADO PELA ANISTIA AOS BOMBEIROS DO RIO

CHEGOU A HORA DE AJUDAR QUEM SALVA, ASSINE O ABAIXO ASSINADO!

Senhores, até o momento aconteceu apenas a soltura por força de habeas corpus. A ANISTIA é fundamental e ainda não foi conseguida. Por favor, participe do abaixo-assinado pela anistia dos militares presos arbitrariamente durante uma semana.

Para assinar, clique AQUI , leva apenas dois minutos. (importante: este é o abaixo assinado correto a ser assinado, pedindo ANISTIA).

Por favor, divulgue para seus contatos por email, mídias sociais, facebook, orkut, twitter!!

População fluminense, muito obrigado pelo apoio e solidariedade!

Bombeiros vão responder por motim e danos, diz TJ-RJ

Denúncia foi oferecida pelo Ministério Público do RJ contra 429 bombeiros. Segundo TJ, além dos bombeiros, dois PMs também foram denunciados.
Bombeiros que invadiram Quartel Central  são vistos presos no prédio da Corregedoria da Polícia Civil (Foto: Marcelo Carnaval/Agência O Globo)
A juíza Ana Paula Monte Figueiredo, da Auditoria da Justiça Militar do Rio de Janeiro, aceitou nesta segunda-feira (13), a denúncia contra os 429 bombeiros e dois policiais militares presos após a invasão do Quartel Central, no Centro. Segundo o Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), eles vão responder à ação penal militar pelos crimes de motim, dano em material ou aparelhamento de guerra, dano em aparelhos e instalações de aviação e navais, e em estabelecimentos militares.
A denúncia foi oferecida pelo Ministério Público estadual (MP-RJ). Segundo o TJ-RJ, todos os militares foram notificados de que deverão comparecer à Auditoria da Justiça Militar na próxima quarta-feira (15), para serem citados. As datas dos interrogatórios também já estão definidas. A denúncia apresenta uma relação de 14 veículos operacionais danificados pelos manifestantes.
Atendendo ao pedido do MP, o processo foi desmembrado, formando dois novos - um quanto aos dois policiais militares e outro em relação aos 14 bombeiros considerados “cabeças” do crime de motim. Os demais 415 acusados permaneceram agrupados na ação principal.
FONTE: G1

sábado, 11 de junho de 2011

JUSTIÇA CARIOCA MANDA SOLTAR OS 439 BOMBEIROS PRESOS

Pedido foi feito por um grupo de deputados federais. Desembargador concedeu habeas corpus em favor dos presos.

Um grupo de deputados federais conseguiu, na madrugada desta sexta-feira (10), um habeas corpus para soltar os 439 bombeiros presos no Rio, após a invasão do quartel central da corporação, durante uma manifestação por melhores salários e condições de trabalho. A decisão que favoreceu os presos é do desembargador Cláudio Brandão, que estava de plantão judiciário na madrugada. Todas as informações foram confirmadas pelo plantão do Tribunal de Justiça do Rio.
Procurado pelo G1, o Tribunal de Justiça explicou que o habeas corpus é uma decisão liminar, que ainda vai ser julgada. Ou seja, será enviado por sorteio a uma Câmara Criminal. Nela, o relator, que também é um desembargador, poderá confirmar ou não a decisão.

Os 439 bombeiros estão presos desde sábado (4), após policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) invadirem o quartel central do Corpo de Bombeiros. Mais de 2 mil manifestantes haviam tomaram a unidade na noite de sexta-feira (3).

O pedido foi feito pelos deputados federais Alessandro Molon (PT-RJ), Protógenes Queiroz (PC do B-SP) e Doutor Aluizio (PV-RJ), que seguem nesta manhã para o quartel de Charitas, em Niterói, na Região Metropolitana, para comunicar a decisão aos presos.

Bombeiros grevistas que não foram presos fazem manifestações nas escadarias da Alerj desde domingo (5). Na manhã desta sexta, eles permaneciam com barracas de acampamento e faixas. Após receber a notícia, o porta-voz da corporação, cabo Laércio Soares, disse que foi feita a Justiça e que agora aceita conversar.

Cabral se esquiva
Na noite de quinta-feira (9), o governador Sérgio Cabral se manifestou sobre a prisão dos 439 bombeiros.

"A questão dos 439 bombeiros militares presos está na Justiça Militar. Não é uma prisão decidida pelo governo do estado. É uma prisão decidida pela Justiça Militar e cabe à Justiça Militar decidir sobre isso: se eles permanecem presos ou se eles não permanecem presos", disse Cabral, durante evento de lançamento de um guia do Rio de Janeiro, em São Paulo.

Manifestações

Nem a chuva que caía nesta quinta-feira desanimou os manifestantes. Muitos bombeiros continuavam acampados nas escadarias da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Eles pediam que os 439 bombeiros presos fossem imediatamente liberados. O grupo também reivindicava aumento salarial e melhorias nas condições de trabalho.

“Não existe reajuste nenhum. Nenhuma negociação existe com os bombeiros presos. A negociação só acontece com a liberação e anistia dos presos. O aumento salarial agora é segundo plano, o primeiro é a liberdade dos presos”, disse o sargento Narciso.

Os professores da rede estadual também entraram em greve. Junta a estudantes, eles se juntaram aos bombeiros, na quinta-feira, e tentaram impedir o fechamento de algumas escolas estaduais de ensino noturno.

Governo anuncia reajuste e nova secretaria

Ainda na quinta, o Governo do Estado anunciou a criação da Secretaria de Estado de Defesa Civil, e enviou à Alerj uma mensagem antecipando de dezembro para julho os seis meses de reajustes salariais para bombeiros, policiais militares, policiais civis e agentes penitenciários.

Segundo nota, a secretaria ficará sob o comando do Coronel Sérgio Simões, comandante do Corpo de Bombeiros. Anteriormente, a pasta de Defesa Civil era vinculada à Secretaria estadual de Saúde. A nota informava ainda que o reajuste para as categorias será de 5,58%. Somados aos reajustes de janeiro a junho deste ano, as categorias passam a acumular 11,5% de aumento salarial em 2011.

FONTE: G1

VIA: SOLDADO GLAUCIA

quarta-feira, 8 de junho de 2011

BOMBEIROS DO RN FARÃO PROTESTO EM SOLIDARIEDADE AOS DO RIO DE JANEIRO

A Associação dos Bombeiros Militares do Rio Grande do Norte está convocando para sexta-feira um protesto, às 14h, na avenida Rio Branco, próximo ao calçadão João Pessoa.

O ato está sendo convocado como solidariedade aos bombeiros do Rio de Janeiro. 

Vista sua camisa vermelha e participe deste ato de solidariedade. Este ato contecerá no mesmo momento, em diversas capitais do país. Esperamos a presença 1.200 pessoas.

Fonte: Cabo Heronides

R7 acompanha 1º dia de visitas aos 439 bombeiros presos

Militares se emocionaram ao rever esposas, filhos e amigos
Tainá Lara, do R7
Mulher se emociona ao reencontrar o marido preso
O clima foi de muita emoção no primeiro dia de visitas aos 439 bombeiros presos no último sábado (4) após invasão ao Quartel Central da corporação, no centro do Rio de Janeiro. Esposas, filhos e amigos dos detidos lotaram o pátio do Complexo de Charitas, em Niterói, na região metropolitana. A reportagem do R7 acompanhou o reencontro.
Durante a visita, que aconteceu entre 13h e 17h desta terça-feira (7), foi possível ver sorrisos e abraços emocionados. Cássia Amado, esposa de um dos bombeiros presos, levou a filha de três anos para rever o marido.

- Ela é nova, mas já pergunta do pai. O fim de semana foi muito tenso. Pensamos o pior, mas nunca deixei de apoiar meu marido.

O marido de Cássia, que trabalha há três anos na corporação, diz não se arrepender de ter invadido o quartel, o que culminou na prisão do grupo.

- No sábado, cheguei a pensar que ia morrer. Mas não me arrependo. A luta é justa.

No fim do encontro, os sorrisos de transformaram em lágrimas tanto dos familiares quanto dos bombeiros. Fernanda Monteiro, grávida de seis meses do primeiro filho, não conteve a emoção.

- Meu marido já salvou muitas vidas para ser tratado como bandido.

Ela disse ao R7 que só queria que o marido, que trabalha há dez anos na corporação, voltasse pra casa.

- Meu marido nunca sofreu uma punição. Ele é honesto. Só quero ele ao meu lado.
Improviso
O ginásio do complexo dos bombeiros foi transformado em um grande quarto. Lá, os militares dormem em colchonetes espalhados pelo chão. Os varais e as tomadas são improvisadas. Para manter a organização, os bombeiros se dividiram em equipes de limpeza, entre outras tarefas.

De todos os bombeiros entrevistados pela reportagem, nenhum reclamou das acomodações. O discurso é que eles se sentem em casa. Um dos presos, que preferiu não de identificar, afirmou que há bombeiros soltos que gostariam de se juntar aos detidos. Quase todos os bombeiros presos rasparam os cabelos de maneira voluntária, alguns carregam o número 439 na cabeça

A segurança no Complexo do Charita não foi reforçada. A entrada para visita foi tranquila e não há preocupação com fugas.
Fonte:

quarta-feira, 18 de maio de 2011

COMANDANTE DA PM PÕE ÁGUA NA PURPURINA DO GOVERNADOR: Brasil - Notícia - VEJA.com



Fardas da polícia e dos bombeiros nas paradas do orgulho gay, no Rio de Janeiro, por enquanto, só as de fantasia. Apesar da “autorização” dada pelo governador Sérgio Cabral, na segunda-feira, para que os agentes de segurança do estado desfilem “fardados e com as viaturas” da corporação, o uso desses elementos para protestos fere os estatutos dessas instituições.

Passada a empolgação do anúncio de Cabral, coube ao comandante-geral da PM, coronel Mário Sérgio Duarte, colocar ‘água na purpurina’ do governador.

Na manhã desta terça-feira, os dois se encontraram na cerimônia de inauguração da 17ª Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Rio, no Complexo de São Carlos. A polêmica foi ignorada durante a solenidade, mas depois veio à tona com as perguntas dos jornalistas. Diplomático, Cabral procurou negar qualquer divergência com o homem forte da PM.

NÃO ENTENDEU? CLIQUE AQUI

sábado, 7 de maio de 2011

Ministro da Defesa visita o Alemão e o Exército aparece


CI Rio de Janeiro (RJ) 06/05/2011 Ministro da Defesa Nelson Jobim visita o Complexo do Alemão. Foto Paulo Carvalho / Extra Foto: Terceiro / Agência O Globo


Dois dias após o assassinato do eletricista Wallace Moreira Amorim, na favela Nova Brasília, no Alemão, todo o complexo amanheceu com um reforço considerável de soldados do Exército nas ruas e becos. Os moradores acreditaram se tratar de reforço de segurança. Logo depois descobriram o que acontecia. Era uma grande escolta para levar o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, para uma visita.
Intimidados, os moradores esperaram o comboio com o ministro e diversas autoridades do Exército passar, para começar a falar sobre as denúncias de que o tráfico ainda impera na região, apesar da ocupação.
Ontem foi mais um dia em que o Exército preferiu se calar. A assessoria de imprensa do Comando Militar do Leste (CML) informou que o comando não rebateria as acusações feitas pela família do eletricista, de que houve omissão dos soldados no socorro a Cristiano Amorim, irmão da vítima e que, acabou sobrevivendo ao ataque dos traficantes.
De acordo com Helen Amorim, irmã de Wallace, os traficantes estão matando a facadas as pessoas que eles consideram que estejam ao lado da ocupação. Ela afirmou que os corpos estão desaparecidos. Cristiano denuncia ainda a ação do tráfico dentro da favela desde dezembro do ano passado. Segundo ele, há algum tempo que a família vinha recebendo ameaças, mesmo com a presença do Exército dentro do Complexo do Alemão.
A Delegacia de Homicídios (DH) continua atrás do traficante Jota. Gerente geral da favela Nova Brasília, ele teria sido o responsável pelos treze tiros que mataram Wallace. O segundo bandido seria um homem identificado pelo apelido de Geléia.
Na próxima semana a polícia deve começar a ouvir os depoimentos dos parentes do eletricista e de testemunhas. Eles esperam chegar o quanto antes às identificações dos acusados.
O bar onde aconteceu o crime amanheceu aberto. Homens do Exército e do Batalhão de Campanha estiveram no local para tentar colher informações com moradores. Com medo, muitos preferem não falar sobre o assunto.
FONTE: CASO DE POLÍCIA - EXTRA ONLINE

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Família do atirador de Realengo tem mais dois dias para reclamar o corpo

Rio - A família de Wellington Menezes de Oliveira, o atirador de Realengo, tem até esta quinta-feira para reclamar o corpo do jovem de 23 anos responsável pela morte de 12 crianças na Escola Municipal Tasso Municipal Tasso da Silveira. Caso nenhum familiar apareça, ele será enterrado com indigente.

Na semana passada alguns religiosos estiveram no Instituto Médico Legal (IML) da Leopoldina para reclamar o corpo de Wellington, mas a retirada não foi permitida. Os parentes preferem não se envolver e estão com medo de fazer o reconhecimento.
Fonte: O dia

quarta-feira, 13 de abril de 2011

REALENGO: Atirador gravou vídeo e contou supostos motivos do crime

Em dois vídeos gravados antes de assassinar 12 crianças em uma escola no Realengo, no Rio de Janeiro, Wellington Menezes de Oliveira fala sobre as razões para atacar os estudantes.

O Jornal Nacional teve acesso à mensagem deixada pelo atirador, que foi gravada em dois arquivos de vídeo. Ele aparece sem barba, na frente do que parece ser um muro.


Na segunda parte do vídeo, o assassino dá detalhes do longo planejamento da ação e diz porque tirou a barba de forma premeditada.


“Os irmãos observaram que eu raspei a barba. Foi necessário, porque eu já estava planejando ir ao local para estudar, ver uma forma de infiltração. Eu já tinha ido antes, há muitos meses. Eu fui. Eu ainda não usava barba. Eu fui para dar uma analisada”, diz.
FONTE: EDUARDO DANTAS

sábado, 9 de abril de 2011

CONHEÇA AS Vítimas DO MASSACRE NA ESCOLA DO RIO DE JANEIRO


Ana Carolina Pacheco da Silva, 13 anos - Maria Madalena, avó de Ana Carolina, se emocionou ao passar em frente ao vaso de flores com o nome da neta “Tchau, minha netinha, tchau”. A menina ia para a escola sempre contente, segundo ela.
Bianca Rocha Tavares, 13 anos - Tinha uma irmã gêmea que também foi baleada pelo atirador. Sonhava em ser pediatra e morreu ao tentar salvar uma amiga, segundo relatos de amigos de classe. A avó lembrou que ela era vaidosa. “Era linda, gostava muito de ir à escola, tinha o cabelo comprido e cuidava dele com carinho”, afirmou Maria José dos Reis Rocha, de 59 anos.
Géssica Guedes Pereira, 15 anos - Estudiosa, Jéssica participava um curso preparatório para entrar na Marinha. Ela jogava vôlei na escola e era fã de funk.
Igor Moraes da Silva, 13 anos - Sonhava em ser jogador de futebol. O amigo Douglas Ramiro lembrou que o menino estava feliz no dia em que morreu. O motivo: havia ganhado uma chuteira de presente. No seu enterro, Roberto Dinamite, presidente do Clube Vasco da Gama, compareceu. Igor era aluno da escolinha de futebol do clube.


Karine Lorraine Chagas de Oliveira, 14 anos - Karine queria ser atleta e integrava uma equipe de salto em distância de um projeto para jovens da polícia militar desde o início deste ano.
Larissa dos Santos Atanásio, 13 anos - Torcedora do time de futebol Vasco da Gama e religiosa, Larissa era também muito vaidosa. Já havia feitos desfiles e sonhava com a passarela. "Ela era sempre muito alegre e amiga. Conversava sempre com todo mundo. Tirava boas notas e queria seguir o sonho de ser modelo”, afirmou a amiga Jéssica Ferreira.
Laryssa Silva Martins, 13 anos - Segundo parentes, Laryssa era reservada e não saía muito de casa. Apesar disso, vários amigos compareceram ao seu enterro. No seu perfil no Orkut, a jovem mostrava que era fã de fotografias e sempre estava sorrindo nas fotos.
Luiza Paula da Silveira, de 14 anos - Fã de Ivete Sangalo, Luiza foi enterrada sob o canto de sua música preferida da cantora, “Quando a Chuva Passar”. Ela estava no 8º ano do Ensino Fundamental e se preparava para a festa de aniversário de 15 anos, que seria em setembro. “O pai já havia pago tudo e ela iria escolher o vestido na próxima semana", contou a amiga Jéssica Lauane.



Mariana Rocha de Souza, 12 anos - Um helicóptero da Polícia Civil jogou pétalas de rosa sobre o cemitério em que Mariana Rocha de Souza foi enterrada nesta sexta-feira. A menina, estudiosa, planejava ser modelo e sempre fazia poses para as fotos. O irmão dela, de 9 anos, estava na escola no dia do massacre e correu para procurá-la, mas a encontrou já na ambulância.
Milena dos Santos Nascimento, 14 anos - Estava no 6° ano do Ensino Fundamental da Escola Tasso da Silveira. Tinha duas irmãs que também estudavam na unidade de ensino, mas nada sofreram. De acordo com amigos, Milena era muito estudiosa e não faltava a nenhum dia de aula.
Rafael Pereira da Silva, 14 anos - Calmo, tranqüilo e estudioso. Foi assim que vários amigos o definiram. Gostava de rock e era fã da banda Linkin Park. Ele foi um dos dois meninos mortos pelo atirador. Era aluno do 9° ano da Escola Municipal Tasso da Silveira.
Samira Pires Ribeiro, 13 anos - No site de vídeos Youtube é possível encontrar uma homenagem a Samira, que estava no 8º ano. Com a descrição “Foi Entregue nas Mãos de Deus!! Mais um Anjo”, o vídeo começa com uma imagem do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e a mensagem “Luto”.

Que deus as-recebas com carinho .

Fonte: Blog Focoelho

sexta-feira, 8 de abril de 2011

SARGENTO ALVES E A PEC 300

 
Sargento Alves, policial militar há 18 anos, no dia 7 de abril de 2011, impediu que a tragédia em uma escola do Rio de Janeiro tomasse dimensões sem limites. Sua ação rápida e eficaz tirou de circulação um maníaco descontrolado, poupando muitas vidas de inocentes.
 
O fatídico 7 de abril de 2011 será lembrado para sempre como o dia em que um maníaco tirou a vida de inocentes estudantes. Todo o ano a imprensa brasileira fará menção ao episódio que banhou de sangue uma escola do Rio de Janeiro.

Em virtude desse fato não posso deixar de mencionar que a tragédia poderia ter sido muito maior e por isso quero fazer referência a um policial militar, o sargento Márcio Alexandre Alves, do Batalhão de Policiamento Rodoviário. A imprensa escreve que ele “se transformou em herói”.

Ele sempre foi herói. Se ocorressem mil ações em que vidas estivessem na iminência de se esvaírem ele entregaria a dele para resgatá-las. E nesse dantesco 7 de abril coube a um famélico policial, garantidor da liberdade dos cariocas, essa atuação renomada de tirar de circulação um louco que tinha o objetivo de eliminar quantas crianças fosse possível.

Foi uma tragédia sem precedentes, que jamais será esquecida por nós brasileiros e por todo o mundo. Mas essa tormenta poderia ter sido muito maior. A ação desprendida do Sargento Alves, que já nasceu herói, ao neutralizar para sempre um atormentado mental, evitou que essa angústia fosse de dimensões muito maiores, talvez triplicadas. O que estava em jogo não era a sua vida mas a de indefesas crianças. Deus protegeu a vida do policial.

Dentro em breve, as pessoas esquecerão esse momento de dor. Agora, a cada ano, homenagens justas serão feitas aos infantes adormecidos. Sargento Alves será esquecido. Um bravo que já nasceu herói, como todos os profissionais da segurança pública que como ele lutam diariamente para sobreviver, dia após dia, diante da inércia do estado que os abandona ao léu, remunerando-os com um salário de fome.

E foi justamente pelas mãos do Sargento Alves, policial militar há 18 anos, da Corporação que tem um dos mais baixos salários do Brasil, que a dor dos brasileiros deixou de ser maior. Um policial que sonha e merece ter o piso salarial nacional (PEC 300) como uma realidade em sua vida. Ele faz jus e merece ser enaltecido pelo trabalho heróico que desenvolve. Como todos os demais.

Só os governos não querem ver a magnitude do trabalho desses heróis anônimos reconhecida. Uma senhora, Giudete de Vasconcelos, que tem três netas naquela escola, falou pessoalmente ao Sargento Alves: ‘Em uma hora dessas, temos que dar valor a esses profissionais. O meu neto poderia ter sido atingido, mas ele está bem em casa. Ele é um herói’.

Alves, envolvido pela dor das crianças assassinadas, desabafou: ‘tenho tristeza por essas crianças, tenho filhos, mas também tenho um sentimento de dever cumprido. A tristeza não vai sair fácil da nossa memória, mas cumpri a minha parte. Se eu tivesse chegado 5 minutos antes, talvez tivesse evitado muita coisa’.

O governador Sérgio Cabral, administrador de um dos mais ricos estados do Brasil, como sempre, se resumiu em dizer que o nosso Sargento Alves foi um herói. Ele sempre foi herói. Pelas suas ações, por esta do dia 7 e pela abnegada atitude em servir a um estado que deixa à míngua os seus valentes.

Falta ir além, governador. Policial sente fome. Tem família. Quer dignidade. Vá além das palavras. O piso salarial nacional dos bombeiros e policiais, a PEC 300, está travada na Câmara dos Deputados. Movimente-se para aprová-la. Saia da inércia, Sérgio Cabral. O nosso Sargento Alves, policial brasileiro, merece a PEC 300.
 
FONTE: CAPITÃO ASSUMÇÃO

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Vídeo mostra momento em que o atirador entra na sala em Realengo


FOTO DO ACUSADO MORTO:

Vídeo mostra a fuga dos alunos no ataque à escola Tasso da Silveira no Realengo


FONTE: CASO DE POLICIA - EXTRA ONLINE

Massacre em Realengo: leia a íntegra da carta deixada pelo atirador em escola

A carta encontrada com Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, autor do massacre na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, mostra que o crime teria sido premeditado. No texto, digitado em computador, ele diz que seu corpo não poderá ser tocado por pessoas “impuras” e que deverá ser banhado e envolto em um lençol branco antes do enterro. Leia a íntegra da carta:

“Primeiramente deverão saber que os impuros não poderão me tocar sem luvas, somente os castos ou os que perderam suas castidades após o casamento e não se envolveram em adultério poderão me tocar sem usar luvas, ou seja, nenhum fornicador ou adúltero poderá ter um contato direto comigo, nem nada que seja impuro poderá tocar em meu sangue, nenhum impuro pode ter contato direto com um virgem sem sua permissão, os que cuidarem de meu sepultamento deverão retirar toda a minha vestimenta, me banhar, me secar e me envolver totalmente despido em um lençol branco que está neste prédio, em uma bolsa que deixei na primeira sala do primeiro andar, após me envolverem neste lençol poderão me colocar em meu caixão.
Se possível, quero ser sepultado ao lado da sepultura onde minha mãe dorme. Minha mãe se chama Dicéa Menezes de Oliveira e está sepultada no cemitério Murundu. Preciso de visita de um fiel seguidor de Deus em minha sepultura pelo menos uma vez, preciso que ele ore diante de minha sepultura pedindo o perdão de Deus pelo o que eu fiz rogando para que na sua vinda Jesus me desperte do sono da morte para a vida.

Eu deixei uma casa em Sepetiba da qual nenhum familiar precisa, existem instituições pobres, financiadas por pessoas generosas que cuidam de animais abandonados, eu quero que esse espaço onde eu passei meus últimos meses seja doado a uma dessas instituições, pois os animais são seres muito desprezados e precisam muito mais de proteção e carinho do que os seres humanos que possuem a vantagem de poder se comunicar, trabalhar para se alimentarem, por isso, os que se apropriarem de minha casa, eu pelo por favor que tenham bom senso e cumpram o meu pedido, por cumprindo o meu pedido, automaticamente estarão cumprindo a vontade dos pais que desejavam passar esse imóvel para meu nome e todos sabem disso, senão cumprirem meu pedido, automaticamente estarão desrespeitando a vontade dos pais, o que prova que vocês não tem nenhuma consideração pelos nossos pais que já dormem, eu acredito que todos vocês tenham alguma consideração pelos nossos pais, provem isso fazendo o que eu pedi.”
FONTE: CASO DE POLICIA - EXTRA ONLINE

Realengo: sobe para 13 o número de mortos

Aluna passa mal após o massacre na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo / Foto: Gabriel de Paiva


Aumentou para 13 o número de mortos na tragédia no colégio Tasso da Silveira, em Realengo. Chegou ao Instituto Médico-Legal na tarde desta quinta-feira o corpo de mais uma vítima, uma menina ainda não identificada, que estava no Hospital de Saracuruna. Agora são 12 meninas e um menino morto. Apenas oito corpos foram identificados até agora: Karine Chagas de Oliveira, 14 anos; Rafael Pereira da Silva, 14 anos; Milena dos Santos Nascimento, 14 anos; Mariana Rocha de Souza, 12 anos; Larissa dos Santos Atanázio; Bianca Rocha Tavares, 13 anos; Luiza Paula da Silveira, 14 anos; e Laryssa Silva Martins, 13 anos.


Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, abriu fogo contra estudantes da escola. Ele deixou uma carta em que afirma que os impuros não poderão tocar seu corpo sem luvas. O assassino diz que quer ser despido, banhado e seco após sua morte, quando deverá ter o corpo envolto em um lençol branco. Ele pede também para ser enterrado ao lado de sua mãe.
FONTE: CASO DE POLICIA - EXTRA ONLINE

Secretaria de Saúde informa 11 crianças mortas em tiroteio em Realengo

Em entrevista, agora há pouco, o secretário de Saúde estadual, Sergio Côrtes, atualizou o número de vítimas do Escola Municipal Tarso da Silveira, em Realengo. Segundo ele, 24 crianças foram atingidas no total. Desse número, 11 não resistiram aos ferimentos e morreram (10 meninas e um menino).
Sérgio ainda disse que a equipe médica do Hospital Albert Schweitzer foi reforçada para atender a todos. Somente nessa unidade, 15 médicos estão trabalhando voluntariamente.
- Estamos tentando trazer o hospital para sua normalidade. A esperança é que corra tudo bem daqui pra frente - disse Côrtes.
A recepcionista Milene Lopes, de 24 anos, que procurava informações sobre a prima Larissa dos Santos, de 15 anos, baleada no braço, acabou de receber a notícia que a menina faleceu.
- É inacreditável. Ela morreu estudando, dentro da sala de aula - disparou, abalada.
Até o momento quatro vítimas já foram operadas no Hospital Albert Schweitzer e apresentam quadro de saúde estável. Ainda segundo a Secretaria, 13 alunos estão feridos, sendo 10 meninas e três meninos. Eles também estão sendo atendidos no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, no Centro, no Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio, e no Hospital Universitário Pedro Ernesto, em Vila Isabel.
FONTE: CASO DE POLICIA - EXTRA ONLINE

Autor do massacre em escola de Realengo se interessava por assuntos ligados ao terrorismo

 
Wellington Menezes de Oliveira, que matou as crianças, e multidão na frente da escola onde houve o ataque. / Foto: Reprodução/TV Globo / O Globo

Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, identificado pela polícia como o autor do massacre na Escola Municipal Tasso de Silveira, em Realengo, estava com uma carta suicida, que falava sobre islamismo e terrorismo. O assunto interessava ao assassino, que estudou na escola.
Filho adotivo, ele saiu da casa onde morava com a irmã há oito meses e se mudou para Sepetiba. Em entrevista à rádio BandNews, a irmã Rosilane, de 49 anos, disse que Wellington era uma pessoa reservada e que não tinha amigos.
- Na época da eleição, ele veio aqui. Chamei para almoçar, ele não queria. Falava muita besteira. Ele só ficava na internet, não tinha amigos, era muito estranho e reservado. Só falava de negócio de muçulmano... Essas coisas assim.
Quando viu o irmão adotivo pela última vez (os pais já são falecidos), no fim do ano passado, Rosilane disse que ele estava com a barba grande. Segundo ela, o irmão estudava práticas terroristas pela internet.
Wellington teria entrado no colégio como palestrante e começou a atirar, segundo testemunhas. Bem vestido, ele não despertou suspeitas de professores e funcionários. O assassino estava com dois revólveres calibre 38 e uma carta suicida. Segundo a polícia, ele atirou na própria cabeça depois de balear as crianças dentro da escola.
Segundo Claudia Costin, secretária municipal de Educação, Wellington visitou a Escola Tasso da Silveira há um ano. Ela acredita que a invasão da manhã desta quinta-feira foi planejada. Costin está nos Estados Unidos, suspendeu sua programação e está voltando ao Rio.
FONTE: CASO DE POLICIA - EXTRA ONLINE