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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Liberdade condicional é concedida ao goleiro Bruno

O juiz Wagner Cavalieri, da Vara de Execuções Criminais do Fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, concedeu nesta terça-feira (29) liberdade condicional ao goleiro Bruno Fernandes em relação à condenação por lesão corporal, cárcere privado e constrangimento ilegal de sua ex-amante, Eliza Samudio, de 25 anos.

No entanto, o goleiro permanecerá na Penitenciária Nelson Hungria, no mesmo município, pois está encarcerado também com base em mandado de prisão preventiva pela acusações de sequestro e assassinato da jovem, desaparecida desde junho de 2010. A permanência do goleiro na prisão está nas mãos do Supremo Tribunal Federal (STF), que ainda analisa pedido de liberdade referente às acusações que pesam contra ele no Judiciário de Minas.
No caso da Justiça do Rio, ele foi condenado, em dezembro de 2010, a quatro anos e seis meses de prisão e seu amigo Luiz Henrique Ferreira Romão, o "Macarrão", a três anos de reclusão pelo cárcere privado de Eliza. A condenação ocorreu mais de um ano depois de a própria Eliza ter denunciado a dupla na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá, na capital fluminense, em outubro de 2009.
Na ocasião, ela alegou que foi agredida para que tomasse remédios para abortar o bebê. Exame de DNA havia comprovado que Bruno seria pai da criança. O caso só andou depois que a jovem desapareceu e a agressão ganhou repercussão. Bruno e Macarrão ainda devem ser levados a júri popular pelo sequestro, cárcere privado e assassinato de Eliza, mas o julgamento não tem data prevista para acontecer. Além deles, também serão julgados o ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o "Bola", e Sérgio Rosa Sales, único réu que aguarda em liberdade.


Via JN News
 Via Blog Martins em Pauta

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Justiça nega habeas corpus para goleiro Bruno

Os desembargadores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negaram por unanimidade o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do goleiro Bruno Fernandes de Souza. O atleta está preso há nove meses, acusado de comandar o sequestro e assassinato da ex-amante Eliza Samudio, em junho de 2010.

Segundo o relator do recurso, desembargador Doorgal Andrada, a decisão da juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, da Vara do Tribunal do Júri de Contagem, foi devidamente fundamentada. Para o magistrado “há provas de que o delito foi praticado e indícios suficientes de autoria, tornando-se necessária a manutenção da prisão cautelar, como forma de resguardar a ordem pública e a conveniência da instrução criminal”.

Outro fator apontado pelo desembargador é a grande popularidade do goleiro e o apelo popular, inclusive com demonstrações de ódio contra o acusado.

Os defensores do atleta acreditavam na libertação de Bruno pelo fato dele ter se apresentado espontaneamente à Justiça, além de ter endereço fixo, emprego e bons antecedentes.

Mesmo que tivesse o pedido de liberdade concedido, Bruno seria transferido para o Rio de Janeiro, onde foi condenado a quatro anos e seis meses de reclusão por cárcere privado, lesão corporal e constrangimento ilegal de Eliza.

Relembre o caso

De acordo com o inquérito, Eliza e o bebê, suposto filho do goleiro, foram sequestrados por Luiz Henrique Romão e Sérgio Rosa Sales, primo de Bruno, no Rio de Janeiro, e trazidos para o sítio do atleta, em Esmeraldas, na Grande BH, em 4 de junho. A vítima teria sido mantida em cárcere privado até o dia 10, quando teria sido morta fora dali. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, é apontado como o executor. A criança foi entregue à ex-mulher, Dayanne de Souza.

Bruno, Macarrão e Sérgio respondem por sequestro e cárcere privado (pena de 1 a 3 anos), homicídio qualificado (12 a 30 anos) e ocultação de cadáver (1 a 3 anos). Bola é acusado de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Em liberdade, Fernanda Gomes de Castro responde por sequestro e cárcere privado de Eliza e do bebê. Dayanne, Wemerson Marques de Souza e o caseiro do sítio, Elenilson Vitor da Silva, são acusados de sequestro e cárcere privado do menor.

Fonte: Estado de Minas

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Caso Bruno - Liberdade nas mãos do TJ



O jogador foi detido em junho após o sumiço da ex-namorada: perspectiva é de que o julgamento, ainda sem data marcada, ocorra neste ano
O pedido de habeas corpus para o goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza, acusado de sequestrar e assassinar a ex-amante Eliza Samudio, que tentava provar na Justiça a paternidade do filho, traz à tona a polêmica do tratamento que deve receber um preso suspeito de cometer crime hediondo. Criminalistas evitam comentar as chances de o goleiro responder às acusações em liberdade, mas criticam o tempo de prisão do acusado, que está há oito meses numa cela em galeria especial na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Grande BH. Por outro lado, o promotor de Justiça Francisco Santiago, que se dedicou a mais de mil júris, tem uma avaliação contrária. Para ele, qualquer um que comete um crime bárbaro deve aguardar o julgamento detido, independentemente do tempo. A perspectiva é de que o julgamento ocorra neste ano.
Leiam na íntegra: http://www.estaminas.com.br/em.html
RETIRADO: BLOG DO CABO FERNANDO

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

De volta aos treinos na prisão, Bruno pensa em se reapresentar ao Fla


A rotina de treinos no presídio Nelson Hungria, em Contagem (MG), foi estabelecida há um mês. Primeiro visando apenas à melhora física. Deu resultado. Bruno recuperou grande parte dos 12 quilos que tinha perdido nos primeiros meses de detenção. Nesta semana, ele foi autorizado a fazer atividade com uma bola profissional. Mesmo tendo no horizonte um júri popular por sequestro e cárcere privado, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver, ele imagina que, se obtiver um habeas corpus e responder em liberdade, tem chances de retomar a carreira profissional.

A presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, avisou que o considera página virada, mas ainda há um contrato em vigor até o fim de 2012. Por isso, de acordo com seu procurador, o goleiro, de 26 anos, sonha em se reapresentar no Ninho do Urubu.

- Há interesse de alguns clubes, mas no momento a gente pensa apenas na saída dele. No dia seguinte que isso acontecer, o Bruno se apresenta ao Flamengo. Ele tem contrato até 2012 e será estendido por todo o tempo que ficar afastado. O Flamengo pode rescindir, mas, como o valor é de R$ 20 milhões, acho que isso não vai interessar muito - afirmou o procurador do atleta, Victor Fernandes.

Em sua coluna no jornal "O Globo" desta sexta-feira, Renato Maurício Prado informa que um representante do Fluminense entrou em contato com pessoas ligadas a Bruno para que lhe fizessem uma proposta quando saísse da cadeia.

Fonte:Globoesporte.com

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Novo advogado de Bruno diz que Eliza foi vista no RN há 10 dias

O advogado Francisco Angelo Carbone Sobrinho, que passou a integrar a defesa do goleiro Bruno, afirmou nesta quarta-feira que seu novo cliente é inocente e que a ex-amante do atleta está viva, possivelmente em um Estado do Nordeste: "Eu recebi um telefonema de um amigo no Rio Grande do Norte que teve contato com ela. Isso há cerca de 10 dias. Eu pedi ao Ministério Público de lá para apurar, enviar documentação, então eu tenho a certeza que ela (Eliza) está viva", disse.

Carbone passou a fazer parte da equipe que defende o goleiro Bruno nesta quarta, após Ércio Quaresma, ex-defensor do atleta, tirar licença médica para tratar do vício em crack. Carbone trabalhará em conjunto com o criminalista paranaense Claudio Dalledone Júnior, que já estava à frente da defesa de Bruno desde que Quaresma saiu.

Carbone se reuniu durante três horas, na parte da manhã, com o atleta, que está preso na Penitenciária de Segurança Máxima Nelson Hungria, em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte. Na saída do presídio, o advogado exibiu uma procuração assinada por Bruno. Ele estava acompanhado do advogado Marco Antônio Siqueira, que defende o primo do jogador Sérgio Rosa Sales.

Carbone afirmou ainda que a equipe de defensores foi reforçada porque os advogados acreditam que Bruno irá a júri popular pela morte de Eliza Samudio. A decisão de pronúncia ou não será feita na próxima sexta-feira pela juíza Marixa Fabiane Lopes, do Tribunal do Júri de Contagem.

"Eu vou trabalhar e me empenhar nesse júri que se avizinha. A gente tem a certeza que esse júri vai acontecer. O Bruno é um rapaz novo, a gente quer, se houver a pronúncia, vamos tentar fazer esse júri rapidamente, como a gente fala, ir 'pro pau' rapidamente", disse o advogado.

O caso
Eliza desapareceu no dia 4 de junho, quando teria saído do Rio de Janeiro para Minas Gerais a convite de Bruno. No ano passado, a estudante paranaense já havia procurado a polícia para dizer que estava grávida do goleiro e que ele a agrediu para que ela tomasse remédios abortivos. Após o nascimento da criança, Eliza acionou a Justiça para pedir o reconhecimento da paternidade de Bruno.

No dia 24 de junho, a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. Na noite do dia 25 de junho, a polícia foi ao local e recebeu a informação de que o bebê apontado como filho do atleta, de 4 meses, estava lá. A atual mulher do goleiro, Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, negou a presença da criança na propriedade. No entanto, durante depoimento, um dos amigos de Bruno afirmou que havia entregado o menino na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves, onde foi encontrado.

Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza seguindo denúncias anônimas, em entrevista a uma rádio no dia 6 de julho, um motorista de ônibus disse que seu sobrinho participou do crime e contou em detalhes como Eliza foi assassinada. O menor citado pelo motorista foi apreendido na casa de Bruno no Rio. Ele é primo do goleiro e, em dois depoimentos, admitiu participação no crime. Segundo a polícia, o jovem de 17 anos relatou que a ex-amante de Bruno foi levada do Rio para Minas, mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola ou Neném, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.

No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Todos negam participação e se recusaram a prestar depoimento à polícia, decidindo falar apenas em juízo.

No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno responderá como mandante e executor do crime. Além dos oito que foram presos inicialmente, a investigação apontou a participação de uma namorada do goleiro, Fernanda Gomes Castro, que também foi indiciada e detida. O Ministério Público concordou com o relatório policial e ofereceu denúncia à Justiça, que aceitou e tornou réus todos os envolvidos.

O jovem de 17 anos, embora tenha negado em depoimentos posteriores ter visto a morte de Eliza, foi condenado no dia 9 de agosto pela participação no crime e cumprirá medida socioeducativa de internação por prazo indeterminado. Após mais de 4 meses na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem (MG), Flavinho, o motorista de Bruno, foi solto em 27 de novembro, após ter prisão revogada pela Justiça. Ele foi excluído do pedido para que os réus fossem levados a júri popular, feito pelo Ministério Público dias antes, mas segue no processo até decisão final da Justiça mineira.

No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela 1ª Vara Criminal de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Conforme a sentença do juiz Marco Couto, o goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão por cárcere privado, lesão corporal e constrangimento ilegal, e seu amigo, três anos de reclusão por cárcere privado.

Fonte: Portal Terra

Bruno contrata mais um advogado para encarar júri em 2011

O goleiro Bruno tem mais um advogado para sua defesa. O paulista Francisco Ângelo Carbone anunciou no início desta tarde 15, que se juntou ao advogado Cláudio Dalledone no caso. Ele se reuniu com o goleiro na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, e disse que agora vai começar a preparar Bruno para o júri e trabalhar para que o julgamento aconteça em março de 2011.
O advogado, que é conhecido como Ângelo Carbone, é especialista em júris populares e esteve com Bruno no último dia 2 deste mês.
Marco Antônio Siqueira, que defende Sérgio Rosa Sales, primo de Bruno, participou do encontro de Carbone com o goleiro. O novo advogado é conhecido por participar, como consultor jurídico, de um programa de entretenimento da Rede TV.
Fonte: TV Alterosa

sábado, 11 de dezembro de 2010

Caso Bruno: juíza adia decisão sobre júri popular


A juíza Marixa Fabiane Lopes adiou por tempo indeterminado a decisão que poderia mandar o goleiro Bruno Fernandes e outros oito acusados de participação no desaparecimento e morte de Eliza Samúdio a júri popular. 

A decisão, que seria divulgada nesta sexta-feira, foi adiada porque o advogado do réu Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, apresentou apenas alegações preliminares solicitando a anulação do julgamento. A magistrada considerou o documento insatisfatório, por não entrar no mérito do processo e na defesa do réu. O réu deve apresentar novas alegações até segunda-feira.
FONTE: CASO DE POLICIA - EXTRA ONLINE

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Advogado de Bruno entra com recurso para anular condenação do goleiro

O advogado do goleiro Bruno, Cláudio Dalledone, já entrou com pedido de recurso para tentar anular o julgamento que condenou o jogador a quatro anos e seis meses de prisão pelos crimes de sequestro e cárcere privado, lesão corporal e constrangimento ilegal contra Eliza Samudio.
Em entrevista coletiva concedida nesta quarta-feira, ele disse achar que juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, responsável pelo processo do desaparecimento e morte de Eliza Samudio, vai decidir que o jogador vai mesmo a júri popular. Para Dalledone, a juíza está sendo influenciada pela opinião pública.
O Dalledone assumiu o processo em 22 de novembro, após o advogado Ércio Quaresma pedir licença por razões médicas e ser afastado pela OAB/MG. Entre as alegações, ele disse que vai provar à Justiça que tanto Bruno quanto o seu amigo, Luiz Henrique Romão, o Macarrão, estavam indefesos porque a defesa anterior era deficitária. — O fato de o advogado Ércio Quaresma ter sido suspenso, deveria ter sido levado em conta — disse o advogado.
A juíza Marixa Fabiane Rodrigues, do Tribunal do Júri de Contagem, decide até sexta-feira quais réus acusados de sequestrar e matar a modelo Eliza Samudio serão levados a júri popular em 2011. O prazo foi fixado na última audiência do caso, em novembro. O promotor do caso, Gustavo Fantini, pediu que sejam levados a julgamento oito dos nove réus: o ex-goleiro do Flamengo, Bruno Fernandes; Luiz Henrique Romão (Macarrão), Marcos Aparecido dos Santos (Bola), Sérgio Rosa Sales, Wemerson Marques de Souza (Coxinha), Dayanne Souza, Fernanda Gomes de Castro e Elenilson Vitor da Silva.

Fonte: Agência O Globo

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

'Covarde e irresponsável', diz juiz que condenou o ex-goleiro Bruno

O juiz Marco Coutto, da 1ª Vara Criminal de Jacarepaguá, que condenou o ex-goleiro Bruno de Souza e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, taxou Bruno de covarde e irresponsável, na decisão judicial. Na íntegra do texto, ele critica Bruno por fugir de suas responsabilidades de pai, além de ser dono de uma personalidade "criminosa".

Bruno terá que cumprir quatro anos e seis meses de prisão por cárcere privado, lesões corporais e constrangimento ilegal contra Eliza Samúdio, sua ex-namorada desaparecida desde junho. Já Macarrão foi condenado a três anos de prisão por cárcere privado.

"Ao conhecer a vítima em determinado evento (uma orgia na versão do réu ou um churrasco na versão da vítima) e optar pelo sexo irresponsável, não lhe cabia fazer o papel que fez ao saber da gravidez da vítima. A sua covardia, pois, impõe resposta penal adequada. É certo que o réu não tem maus antecedentes. Mas a sua personalidade, diante do que ficou apurado, revelou-se criminosa", escreveu o juiz.

De acordo com Coutto, Bruno e "amigos" antes fizeram pressão para que Eliza provocasse um aborto. Ele lamentou o fato de o goleiro ter sido admirado em algum momento da carreira por crianças.

"Não é tal conduta que se espera de um cidadão de bem. Quis o destino que o réu se destacasse em sua profissão, mas o mesmo destino se incumbiu de trazê-lo ao banco dos réus. Diante da personalidade do réu, lamenta-se que crianças e amantes do futebol já tenham admirado o acusado. Isso porque o réu não é digno de qualquer admiração".

O juiz lembra que Eliza Samúdio volta e meia procurava envolvimento com jogadores de futebol, o que não a tornaria "muito inocente".

"Há registro nos autos de que a vítima procurava envolvimento com muitos jogadores de futebol. Neste ponto, não se define bem quem é vítima de quem. Se os jogadores de futebol, embriagados pelo dinheiro e pela fama, são vítimas de mulheres que os procuram com toda a sorte de interesses. Se as mulheres que procuram os jogadores de futebol, embriagados pelo dinheiro e pela fama, são vítimas deles. Nessa relação, ninguém é muito inocente. Todos têm culpa. Um quer enganar o outro. Mas, na verdade, ambos enganam a si próprios. Não há nada de sincero em tais relações. Apenas interesses que, às vezes contrariados, geram processos criminais como este", escreveu.
FONTE: CASO DE POLICIA - ESTRA ONLINE

Goleiro Bruno é condenado a quatro anos e meio de prisão


O juiz da 1ª Vara Criminal de Jacarepaguá, Marco Couto, condenou o ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes a quatro anos e seis meses de prisão por cárcere privado, lesões corporais e constrangimento ilegal contra Eliza Samudio, sua ex-namorada desaparecida desde junho. Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, braço-direito de Bruno, foi condenado a três anos de prisão por cárcere privado.
Em 2009, a ex-amante do atleta registrou queixa na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher, acusando-o de sequestro, agressão e ameaça. A intenção, segundo ela, seria obrigá-la a abortar um filho que seria dele. Bruno nega as acusações.


Na sentença, o juiz afirma que "os fatos foram inquestionavelmente comprovados". O magistrado não deu aos reús o direito de recorrer da decisão em liberdade. As informações foram confirmadas pela assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Rio.
Essa foi a primeira sentença da Justiça sobre o caso. Em Minas Gerais, o ex-goleiro do Flamengo e outros oito réus respondem pelo desaparecimento e morte de Eliza. A Justiça já ouviu todos os acusados em audiências no mês de novembro. A juíza responsável pelo caso, Marixa Fabiane Rodrigues, tem até o dia 10 de dezembro para informar se os réus vão ou não a júri popular.


O motorista Flávio Caetano de Araújo, um dos réus no processo do desaparecimento, foi solto da penitenciária Nelson Hungria, em Contagem (MG), no final de novembro. Os outros acusados seguem presos.


Além de Bruno, Macarrão e Flávio, estão entre os réus: Dayanne Souza, ex-mulher do goleiro; Sérgio Rosa Sales, primo de Bruno; Elenilson Vítor da Silva, administrador do sítio do jogador; Wemerson Marques, o Coxinha; Fernanda Gomes de Castro, ex-amante de Bruno; e Marcos Aparecido dos Santos, o Bola.
Fonte: Agência Globo.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Primo do goleiro Bruno diz foi ameaçado e mentiu em juízo. Leia a carta

Sérgio Rosa Sales, primo do goleiro Bruno, voltou atrás e quer que o advogado Marco Antônio Siqueira volte a defendê-lo. Ele é apontado como uma das peças-chave nas investigações feitas pela Polícia Civil sobre o desaparecimento e morte de Eliza Samudio.


Clique aqui e leia a carta na íntegra!


Nesta semana, Sérgio teria encaminhado uma carta à juíza Marixa Rodrigues junto com o pedido para que o advogado Marco Antônio Siqueira retome a defesa neste momento do processo em que a Justiça aguarda as alegações finais.


Na carta, o primo de Bruno revela que durante as audiências de instrução ocorridas no Fórum de Contagem os réus o obrigaram a passar informações incorretas e o ameaçaram alegando que se ele não compactuasse com o esquema a mãe dele perderia a casa em que mora e foi comprada pelo goleiro.


Devido o seu descontrole emocional, Sérgio repassou informações incorretas e disse que mentiu em juízo a que os delegados que investigaram o caso teriam o agredido e extorquido. Sérgio alega também que Macarrão foi o que mais o pressionou com as ameaças e o impediu de dizer a verdade.


De acordo com Marco Antônio Siqueira, Sérgio sempre foi visto pelo grupo como um desertor por estar contribuindo a todo momento com a justiça. Os advogados de defesa têm até amanhã para entregar as alegações finais à justiça.


A juíza Marixa Rodrigues deve pronunciar se os réus vão a júri popular no dia 10 de dezembro.
Fonte: TV Alterosa  
Retirado: DN ONLINE

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Bombeiros e policiais farão novas buscas por corpo de Eliza Samudio

Bombeiros e policiais civis realizam na manhã desta quarta-feira(30) novas buscas pelo corpo da modelo Eliza Samudio. Desta vez, a procura ocorre no Parque Lagoa do Nado, na região Norte de Belo Horizonte.

Segundo investigadores, o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, acusado de ter sido o executor da modelo, esteve na região no dia do crime. A polícia suspeita que a ossada da modelo tenha sido deixada em uma mata que pertence ao parque. As buscas começam no fim da manhã desta segunda-feira e devem se estender pela tarde.

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) informou que 15 testemunhas de defesa do ex-goleiro do Flamengo, Bruno Fernandes, acusado de ser o mandante do crime, serão ouvidas até o início da noite no Fórum de Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

O primeiro depoimento do atleta à Justiça está marcado para o início da próxima semana. Durante a fase de inquérito, Bruno se recusou a falar à polícia.

Fonte: Agência O Globo

domingo, 28 de novembro de 2010

Motorista do goleiro Bruno deixa prisão em Minas Gerais

Foi libertado, na madrugada deste sábado, o primeiro réu do caso Bruno acusado pelo desaparecimento e morte de Eliza Samudio. Por meio de um habeas corpus, a Justiça de Contagem mandou soltar o motorista Flávio Caetano de Araújo, que estava preso na penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Grande BH. No início da madrugada, o advogado do acusado, Antonio da Cosa Rolim, chegou ao presídio e, por volta de 1h30, o réu pode deixar a cela.

Flávio estava preso desde o dia nove de julho, junto com Wemerson Marques de Souza, o Coxinha, e Elenílson Vítor da Silva, caseiro do sítio do goleiro Bruno. O motorista havia sido detido porque, segundo o inquérito policial, teria levado o filho de Eliza Samudio até a casa de uma amiga da mulher do goleiro, Dayane dos Santos. Flávio prestava serviços para o jogador como motorista. Ele foi levado até a casa de sua família em Ribeirão das Neves, na Grande BH, no carro de seu advogado.
Fonte: Estado de Minas

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Perito reafirma que morte de Eliza é um 'homicídio virtual'


O perito George Sanguinetti prestou depoimento nesta quarta-feira, em Alagoas para falar sobre as investigações paralelas do desaparecimento e morte de Eliza Samudio. Em um laudo com as conclusões sobre os trabalhos, Sanguinette reafirma que a morte de Eliza é um “homicídio virtual”, já que não foram encontradas provas de que ele aconteceu além do depoimento do menor, primo do goleiro Bruno, que afirmou que o corpo da jovem foi desossado e os pedaços do corpo teriam sido comidos por cães na casa de Marcos Aparecido dos Santos, o Bola.
O perito foi contratado pelo advogado Zanone Manuel de Oliveira, que atua na defesa de Bola, apontado como executor da jovem paranaense. Ele já havia afirmado que a morte de Eliza era um "homicídio virtual" ateriormente, ao visitar a casa de Bola e o sítio do goleiro Bruno para colher evidências.
Sanguinetti ainda afirma no laudo que não foram encontradas provas de que a casa do ex-policial tenha sido limpa para ocultar provas do assassinato de Eliza. O perito esteve na casa de Bola e no sítio do goleiro Bruno onde recolheu vários materiais e os encaminhou ao laboratório de Genética Forense (DNA) da Universidade Federal de Alagoas que fez as análises.
George Sanguinetti questionou os procedimentos da polícia para a conclusão do inquérito e a utilização de depoimentos sem nenhuma comprovação material para indiciar os acusados, já que posteriormente, o adolescente que denunciou o crime macabro mudou sua versão. O primo do goleiro afirmou que tudo não passou de uma invenção.
A oitiva aconteceu depois de um pedido da juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, do Tribunal do Júri de Contagem, que julga o processo do desaparecimento e morte de Eliza em Minas.

FONTE: Estado de Minas

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Defesa de réus do "Caso Bruno" acusa delegado de tentar extorquir clientes

Além do advogado de defesa de Bruno, Ércio Quaresma, o defensor de Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, ex-policial apontado pelo Ministério Público como executor de Eliza Samudio, também afirmou que o delegado-chefe do Departamento de Investigações, Edson Moreira teria extorquido seu cliente.

Zanone Manuel de Oliveira Júnior afirmou na quarta-feira que Edson Moreira teria se dirigido ao ex-policial pedindo que Bola conversasse com Bruno sobre o pagamento de R$ 2 milhões para tirar o nome do ex-policial, de Bruno e do amigo Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, do inquérito policial. A mesma denúncia foi feita por um filho de Bola no dia 7 de outubro, em uma audiência de instrução em Vespasiano.


Também na quarta-feira, Edson Moreira declarou que não comentaria qualquer declaração. As audiências de julgamento e instrução continuam nesta quinta-feira no Fórum de Contagem. A juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues ainda vai ouvir Macarrão, Bruno, Bola e Fernanda Gomes de Castro.
FONTE: Estado de Minas

Bruno diz que chance de ser pai do bebê de Eliza é de 99,9%

Em depoimento no Fórum de Contagem, na tarde desta quinta-feira (11/11), Bruno Fernandes confirmou a versão de outros acusados de que ele teria chegado ao jogo do time 100%, em Minas Gerais, apresentando o bebê de Eliza Samudio como filho. Bruno afirmou que existe 99,9% de chance de "Bruninho" ser seu filho. Para ele, só falta exame de DNA para comprovar.

O jogador disse ter chegado no campo e dito: "Esse aqui vai ser o futuro goleiro do Flamengo". Segundo Bruno, ele foi ao vestiário no início do jogo. Chegou no local por volta de 14h30 e ficou com o bebê no colo até 15h. “Tive mais contato com meu filho, fiquei brincando com ele, adoro crianças. Peguei amor pelo Bruninho. Meu sonho era ter um menino.”, disse Bruno. O goleiro afirma que entrou no fim do primeiro tempo, faltando pouco para terminar o jogo e fez dois gols.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Primo de Bruno afirma ter sido asfixiado com sacola durante depoimento à polícia

Em depoimento no Fórum de Contagem, Sérgio Rosa Sales, primo do goleiro Bruno, além de negar informações contidas no primeiro depoimento formal dado à polícia, disse também que chegou a ser agredido fisicamente pelo delegado Júlio Wilke, um dos delegados que participou das investigações do caso. Segundo o acusado, dentro da sala do delegado, ele teria sido asfixiado com uma sacola na cabeça.

De acordo com Sérgio, ele foi preso por volta das 6h da manhã do dia 7 de julho. Segundo o acusado, assim que ele entrou na viatura policial, o delegado o questionou: “onde está o corpo de Eliza Samudio?”

O primo do goleiro afirma que respondeu dizendo que não sabia e acabou sendo agredido fisicamente pelo delegado. Ao chegar no Departamento de Investigações, no Bairro Lagoinha, em Belo Horizonte, Sérgio afirmou também que Júlio Wilke teria batido várias vezes em seu no rosto.

Uma agente do Ceresp São Cristóvão também teria feito pressão psicológica, mostrando ao réu a carceragem e dizendo que muitos detentos queriam a carne de Sérgio.

A “sacolada” teria acontecido na sala do delegado depois de ouvir o depoimento prestado por J. à polícia. O réu afirmou que no depoimento de J. ele era apontado como uma das pessoas que saiu no Eco Sport do goleiro com Eliza. Diante da violência ele acabou dizendo que não era ele no carro, e sim o próprio goleiro Bruno. Sérgio afirma que prestou depoimento desde as 8h da manhã até as 22h no dia 7 de julho. O primeiro depoimento lido pela oficial de Justiça foi prestado pelo réu no dia 8 de julho.
FONTE: Estado de Minas

Sérgio nega que Eliza estivesse em cárcere privado no sítio de Bruno

Sérgio Rosa Sales, o primo de Bruno, mudou sua versão contada para a polícia, no dia 8 de julho, sobre o crime contra Eliza Samudio. Ele negou que Eliza tenha ficado em cárcere privado no sítio do goleiro Bruno. Nesta quarta-feira, o Sérgio disse também que Eliza não estava ferida quando a viu na propriedade do goleiro.

O réu disse que inventou as informações do depoimento, pois estava sendo pressionado por autoridades policiais. O primo do goleiro também disse que Bruno não saiu do sítio com Macarrão e o adolescente J. no Eco Sport com a Eliza e o bebê.

Mãe de Eliza e familiares de Fernanda Gomes acompanham audiência Começa audiência em Contagem e Quaresma se atrasa para sessão Primo de Bruno chega ao Fórum de Contagem para mais uma audiência
Outro ponto do depoimento que, segundo o réu, teria sido inventada, é o de que eles teriam mudado a caixa de som do sítio de lugar durante uma festa para que ninguém ouvisse os gritos de Eliza.

Sérgio disse também que não tem desavença com Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, ao contrário do que havia dito à polícia.

Segundo o acusado, tudo o que sabe sobre a morte de Eliza ele ouviu numa conversa com o adolescente J, durante um jogo do time de futebol 100%, do qual o goleiro Bruno é dono.
FONTE: Estado de Minas

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Advogado do goleiro Bruno vai pedir anulação de depoimentos

O advogado de defesa do goleiro Bruno Fernandes, Ércio Quaresma, confirmou nesta terça-feira que vai entrar na Justiça, até a próxima sexta-feira, 29, para pedir a anulação de todos os depoimentos feitos até agora no processo sobre o desaparecimento de Eliza Samudio, ex-amante do atleta, por conta de uma matéria veiculada no último domingo, 24, no Fantástico, da TV Globo.

"Como posso ver em uma emissora de TV parte de uma investigação que sequer foi juntada nos autos. Dentro destas circunstâncias, só me resta pleitear ao juiz, se é que vou conseguir alguma coisa, a anulação dos depoimentos deste caso", explica Quaresma. A matéria reproduziu o vídeo feito pela Polícia Civil de Minas Gerais no sítio de Bruno e mostrou a reconstituição feita pelo primo do jogador Sérgio Rosa Sales, contando como foram os dias que antecederam a morte da jovem.

Segundo acusação de Quaresma, além desse vídeo, outras partes da investigação também não foram anexadas ao processo, como o inquérito que apura quem vendeu a filmagem do goleiro Bruno feita dentro do avião que transportava o atleta do Rio de Janeiro para Belo Horizonte, gravada por um investigador. As imagens foram divulgadas também pelo Fantástico. "Queria saber qual o acordo que a Polícia Civil de Minas tem com o Fantástico, o porquê dessa fixação pelo programa, só a TV Globo divulga esses vídeos e eles não são anexados ao processo", questiona o advogado.

FONTE: Estado de Minas

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Juíza suspende audiências sobre caso do goleiro Bruno até novembro

A juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, do 1º Tribunal do Júri de Contagem, anunciou durante a audiência de instrução dos acusados pelo desaparecimento de Eliza Samudio que depois desta tarde estarão suspensas as oitivas de testemunhas no Fórum de Contagem. Como ainda restam algumas pessoas para serem ouvidas antes dos depoimentos dos réus, até o início de novembro as testemunhas serão ouvidas por cartas precatórias.

Quando as audiências forem retomadas, a juíza deve começar a ouvir os depoimentos dos nove acusados. Antes de iniciar a audiência desta manhã, ela esclareceu aos presentes na sala de audiência que acatou, na noite de quinta, um pedido do Ministério Público e dispensou os depoimentos dos quatro delegados envolvidos nas investigações do caso. O promotor de Justiça Gustavo Fantini alegou à juíza que os policiais estão sendo investigados por irregularidades praticadas durante os trabalhos no caso do desaparecimento de Eliza. Caso as acusações sejam comprovadas, os depoimentos dos delegados seriam anulados.


A primeira testemunha, dentre as sete que devem ser ouvidas nesta sexta, foi o porteiro do condomínio onde fica o sítio do goleiro e onde Eliza teria ficado escondida. José Carlos do Nascimento, disse que nunca viu nem a jovem nem Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, entraram no condomínio. No entanto, ele ressaltou que além dele, outros três porteiros revesam a vigília.


Outra novidade do caso é a intimação de um colaborador da Polícia Civil, agente Marcelo Damata. Na quinta-feira, o agente Sirlan Versiani Guimarães, da Delegacia de Homicídios de Contagem, contou que Damata ajudou a polícia a elucidar a denúncia de que Eliza Samudio teria sido espancada até a morte no sítio do goleiro Bruno Fernandes de Souza, em Esmeraldas, na Grande BH. No entanto, não há data prevista para o depoimento de Damata. Oito, dos nove acusados pelo Ministério Público, foram até o Fórum acompanhar a audiência desta sexta.


Fonte: Estado de Minas