Além do advogado de defesa de Bruno, Ércio Quaresma, o defensor de Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, ex-policial apontado pelo Ministério Público como executor de Eliza Samudio, também afirmou que o delegado-chefe do Departamento de Investigações, Edson Moreira teria extorquido seu cliente.
Zanone Manuel de Oliveira Júnior afirmou na quarta-feira que Edson Moreira teria se dirigido ao ex-policial pedindo que Bola conversasse com Bruno sobre o pagamento de R$ 2 milhões para tirar o nome do ex-policial, de Bruno e do amigo Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, do inquérito policial. A mesma denúncia foi feita por um filho de Bola no dia 7 de outubro, em uma audiência de instrução em Vespasiano.
Também na quarta-feira, Edson Moreira declarou que não comentaria qualquer declaração. As audiências de julgamento e instrução continuam nesta quinta-feira no Fórum de Contagem. A juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues ainda vai ouvir Macarrão, Bruno, Bola e Fernanda Gomes de Castro.
Zanone Manuel de Oliveira Júnior afirmou na quarta-feira que Edson Moreira teria se dirigido ao ex-policial pedindo que Bola conversasse com Bruno sobre o pagamento de R$ 2 milhões para tirar o nome do ex-policial, de Bruno e do amigo Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, do inquérito policial. A mesma denúncia foi feita por um filho de Bola no dia 7 de outubro, em uma audiência de instrução em Vespasiano.
Também na quarta-feira, Edson Moreira declarou que não comentaria qualquer declaração. As audiências de julgamento e instrução continuam nesta quinta-feira no Fórum de Contagem. A juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues ainda vai ouvir Macarrão, Bruno, Bola e Fernanda Gomes de Castro.
FONTE: Estado de Minas
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