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UTILIDADES PÚBLICAS

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Dupla assalta funcionárias da Defensoria Pública em Mossoró

Dois homens armados de revólver promoveram um arrastão no fim da manhã de ontem(09) e assaltaram seis funcionárias que trabalham na Defensoria Pública Estadual, localizada no Centro de Mossoró.

Segundo o Centro Integrado de Operação de Segurança Pública (CIOSP), ontem, por volta das 11h15, a dupla entrou na sede da Defensoria, localizada na Rua Quintino Bocaiúva, próximo ao Ginásio Pedro Ciarlini, e rendeu seis funcionárias que trabalham no local.

Testemunhas informaram à Polícia Militar que os assaltantes estavam em duas motos, sendo uma Yamaha XPZ 125, preta, e uma Honda CG 150 Titan, com a numeração final 5537. Os assaltantes esconderam os rostos utilizando os capacetes para impedir a identificação pelas vítimas.

As funcionárias assaltadas foram Tarciana Godim Garcia, que teve um notebook, um celular, uma aliança de ouro e seu anel de formatura levados pelos bandidos. De outra vítima, Flávia Margarida de Souza Costa, os bandidos tomaram uma bolsa contendo dinheiro e documentos pessoais e uma aliança de ouro. De Lorena Vanderlei da Nóbrega Faria de Souza foram levados uma bolsa, um celular e uma aliança de ouro. Da funcionária Carolina Samali Carlos da Costa Góis, a dupla tomou de assalto um relógio, um notebook, duas correntes e uma aliança, todas de ouro, além de um celular. A vítima Fernanda Grepe de Souza Fernandes também teve seu notebook e seu celular tomados de assalto. Polliana Duarte teve seu relógio tomado de assalto. 

Até ontem, a polícia ainda não tinha pista dos assaltantes. Os investigadores acreditam que os assaltantes sabiam da rotina de trabalho na repartição e que naquele horário havia apenas as funcionárias trabalhando no local. "Quem praticou o assalto ou recebeu informações de que tem costume de frenquentar o local ou participou pessoalmente do crime", revelou o experiente investigador que pediu para não ser identificado.

A Polícia Militar não soube informar se no momento do crime havia algum segurança patrimonial no local, como ocorre nas demais repartições públicas do Estado.
FONTE: GAZETA DO OESTE

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