Lívio não é líder de quadrilha coisa
nenhuma. Agia como um amador
Depois de conversar com alguns policiais tanto do RN como de Brasília, chegamos a uma conclusão sobre a prisão de Lívio Rodrigo Aires Bezerra, de 21 anos.
Ao contrário do que informou a Policia Civil de Brasília, Lívio não tinha nada de líder de quadrilha e o R$ 1,2 milhão é trocado diante do rombo.
Lívio encontrou os verdadeiros criminosos em salas de bate papo na internet. Ensinaram-lhe e incentivaram a entrar no ‘negócio’.
Virou intermediário. Ele comprava as trilhas de contas bancárias de bancos na Suíça, Inglaterra, países da União Européia e as revendia.
Com essas trilhas, os verdadeiros criminosos aplicavam golpes de dezenas de milhões de dólares nos bancos estrangeiros.
Para se ter uma idéia do rombo, o Lívio ficava apenas com uma pequena parcela, o diferencial da venda, e mesmo assim já somava R$ 1,2 milhão.
Aqui em Mossoró, Lívio não esbanjava riqueza. Era reservado. Mas a forma como ele cometia os ilícitos era muito amador, totalmente sem noção.
Usava os telefones e computadores de casa, nome e CPF próprio. Era como pedir para se ferrar. Qualquer amador teria usado máquinas de lan house.
De tão amador, é bem provável que o delegado de Brasília conclua a investigação sem se quer pedir a prisão preventiva do Lívio, que está em Brasília.
Isto por que Lívio não dificultou as investigações e tem endereço fixo. Outra: todas as vítimas são bancos estrangeiros. Não tem brasileiros interessados.
Nota do Blog I: Mas aí ainda consta a informação passada pelo próprio delegado de que Lívio liderava a quadrilha. Desconfiamos que ele estivesse na verdade desviando o foco de propósito para pegar o real chefe do banco, se é que existe. Portanto, nos equivocamos quando do primeiro tópico sobre este caso.
Blog do Evanio Araújo
Retirada do camera
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