Serão ouvidos hoje (9) os funcionários da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (Fiern) e vítimas do assalto que ocorreu no último sábado, quando cerca de cinco homens, vestidos de paletó, arrombaram os caixas eletrônicos do prédio. Informações extra-oficiais, divulgadas na tarde do crime, dão conta que os bandidos teriam se passado por seguranças do governador Iberê Ferreira de Souza, tendo em vista que chegaram ao local num carro com adesivos da campanha eleitoral. No entanto, tal informação não é verídica, segundo o titular da Delegacia de Furtos e Roubos (Defur), Márcio Delgado Varandas, que está à frente das investigações.
O assalto aconteceu no início da tarde e, segundo o delegado, os homens ficaram dentro do prédio por cerca de uma hora e meia. De acordo com o delegado, apenas um caixa eletrônico, do Banco do Brasil, foi arrombado. "Eles renderam as pessoas que estavam lá e fizeram o arrombamento com um maçarico. Ainda não se sabe quanto eles levaram em dinheiro, pois o Banco ainda está fazendo o levantamento desse valor. Mas o que se sabe é que eles não roubaram outros pertences das vítimas, apenas dinheiro", informou o delegado.
Os homens praticaram o assalto e seguiram num veículo Corola, de cor preta. O delegado acredita que esse carro tenha sido roubado. "Essas quadrilhas costumam praticar assaltos em carros roubados", afirmou. O delegado disse que irá ouvir, a partir de hoje, alguns funcionários que estavam no local e as vítimas que ficaram rendidas no prédio. "Vamos apresentar imagens de possíveis suspeitos, pessoas que já foram presas por participarem desse tipo de quadrilha, para ver se eles reconhecem", afirmou.
No entanto, segundo Márcio Delgado, ainda não há pistas sobre os suspeitos e a informação de que eles teriam se passado por segurnças do governador, pode ter sido uma estratégia para ingressar no prédio com mais facilidade. O delegado ainda infoormou que a polícia não ouviu as pessoas envolvias na campanha do governador Iberê, por acreditar que não há nenhuma ligação com o caso.
FONTE: DN ONLINE
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