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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Rebelião marca primeiro dia de trabalho do novo diretor de Alcaçuz

O movimento teve início por volta das 12h30 e durou cerca de duas horas. Três presos saíram feridos e a polícia investiga agora de onde saíram tiros.
 Em seu primeiro dia a frente da penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, o coronel Clodoaldo Carneiro de Sousa já teve uma pequena noção do trabalho que lhe espera pela frente. No final da manhã desta sexta-feira (9), os presos do pavilhão 4 iniciaram um movimento, que culminou em três detentos feridos. Os motivos ainda estão sendo investigados pela direção do presídio e pelo delegado de Nísia Floresta, Petrus Antônius, com base nos exames periciais.

Segundo o novo diretor da unidade, coronel Clodoaldo, foram 4 ou 5 tiros que, segundo os presos, partiram das guaritas de números 4 e 8. “Com o movimento devidamente controlado, estamos esperando os resultados da perícia técnica e vamos tomar as medidas cabíveis”, destacou.

Os três presos feridos estão, neste momento, no Hospital Walfredo Gurgel, onde recebem atendimento médico sob escolta policial. Francisco Jackson de Oliveira, mais conhecido como “Jajá”, foi levado em estado grave, com um tiro. Os outros dois, Rafael Henrique Ribeiro e Josenildo dos Santos, sofreram apenas ferimentos leves, por estilhaços de bala.

O princípio de rebelião teve início por volta das 12h30, no pavilhão 4 da unidade penitenciária, que atualmente abriga 135 presos. O Grupo Tático Operacional (GTO) de Parnamirim, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a equipe de peritos do Instituto Técnico e Científico de Polícia Civil (Itep) foram chamados até o local.

Foto: Carla Cruz
''Tivemos dificuldades em termo de diálogo, mas reafirmamos o compromisso de trabalhar em prol do melhor", explicou o coronel Clodoaldo.

No momento da confusão, os presos exigiram a presença do diretor e ameaçaram “quebrar tudo”, caso não fossem atendidos.

“Eu procurei mostrar respeito aos apenados. Eles se queixaram da alimentação e revista aos familiares. Tivemos dificuldades em termo de diálogo, mas reafirmamos o compromisso de trabalhar em prol do melhor”, explicou o coronel Clodoaldo.

Neste momento, os sentinelas que estavam nas guaritas 4 e 8 encontram-se recolhidos e posteriormente serão ouvidos pela equipe de investigação. O pavilhão 4 é considerado um dos mais problemáticos pela administração da penitenciária. A Alcaçuz abriga, hoje em dia, 635 presos.

O coronel Clodoaldo tem 32 anos de serviço militar e foi empossado como diretor da unidade prisional nesta quinta-feira (8).


fonte: nominuto

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