O tempo de permanência do megatraficante colombiano Nestor Ramon Caro Chaparro no Presídio Federal de Mossoró (PFMOS) ainda é desconhecido pelo Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), gestor de todo o Sistema Penitenciário Federal (STF). Além das questões jurídicas que envolvem a extradição de um preso de outra nacionalidade, ainda tem também o lado político desses casos. A estimativa do Depen é que ele fique no Brasil por, no mínimo, cerca de seis meses, até ser extraditado.
Fred Veras
Estimativa é de que Nestor Ramon Caro Chaparro fique no Brasil por, no mínimo, cerca de seis meses até ser extraditado
De acordo com o delegado federal Severino Moreira da Silva, coordenador geral do Sistema de Inclusão, Exclusão e Classificação e diretor interino do Departamento Penitenciário Nacional, ainda não é possível afirmar qual será o tempo de permanência do colombiano. Ele explica que a extradição do preso para os Estados Unidos da América, onde ele é acusado dos crimes de tráfico ilícito de entorpecente e lavagem de dinheiro, deve atender a uma série de questões burocráticas, o que pode levar de seis meses, até mais de dois anos, como já ocorreu anteriormente no Brasil, diante da mesma situação.
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