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terça-feira, 1 de março de 2011

Morreu o último veterano americano da Primeira Guerra Mundial

WASHINGTON — O último veterano americano da Primeira Guerra Mundial, que ocultou sua idade para ingressar no Exército em 1917, morreu neste domingo, aos 110 anos.
Frank Buckles, que sobreviveu a três anos em um campo de prisioneiros de guerra japonês dos anos 1940, "morreu pacificamente" por causas naturais no domingo pela manhã em sua casa em Charles Town (Virgínia Ocidental, leste), disse um porta-voz da família.

Buckles comemorou seus 110 anos em 1 de fevereiro, mas sua família disse que sua saúde tinha começado a se deteriorar a partir do ano passado.
Dedicou seus últimos anos a militar a favor da construção de um memorial da Primeira Guerra Mundial em Washington, e testemunhou sobre o tema diante de uma comissão do Senado em dezembro de 2009.

O presidente Barack Obama se disse "inspirado" pela história de vida de Buckes, e fez referência "a uma vida destacada que nos lembra o verdadeiro sentido do patriotismo e nossas obrigações para com os demais norte-americanos", segundo um comunicado da Casa Branca.
Nascido em 1901 no Missouri, Frank Woodruff Buckles alistou-se quando os Estados Unidos entraram em guerra, em abril de 1917, depois de ficar sabendo do conflito pelos jornais.

Inicialmente, as Forças Armadas o rejeitaram porque ele tinha apenas 16 anos, mas posteriormente Buckles conseguiu enganar o exército, dizendo que tinha 21 anos e foi finalmente recrutado.

fonte: google

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

ONU publica relatório sobre as atrocidades no Congo

GENEBRA - A ONU publicou nesta sexta-feira (1°) seu relatório sobre as atrocidades cometidas na República Democrática do Congo (RDC) de 1993 a 2003, um texto denunciado com virulência pelos dois países incriminados, Ruanda e Uganda.

Segundo o relatório, os ataques aparentemente sistemáticos contra refugiados hutus ruandeses e membros da população civil hutu podem ser classificados de genocídio se os fatos forem provados ante um tribunal competente.

Em um comunicado, a Alta Comissária para os Direitos Humanos, Navi Pillay, afirmou que "é importante recordar que o informe é aplicado à RDC, mas também à conduta dos Estados vizinhos no território da RDC".

Fruto de uma investigação realizada de julho de 2008 a junho de 2009, o relatório de mais de 550 páginas enumera os 617 crimes graves que provocaram milhares de mortes civis de 1993 a 2003 no ex-Zaire, e mais particularmente durante as duas guerras de 1996-1998 e 1998-2001.

Horas antes, o governo ruandês disse que o projeto de relatório da ONU que acusa o exército ruandês de ter cometido na RDC crimes graves contra os refugiados hutus é "ruim, perigoso e constitui um insulto à História".

"Este documento é ruim e perigoso do princípio ao fim", afirmou a ministra ruandesa das Relações Exteriores, Louise Mushikiwabo, em um comunicado transmitido. Na semana passada, uma versão preliminar do informe também afirmava que pelo menos 303 civis, na maioria mulheres e crianças, foram vítimas de estupro durante o acirramento do conflito na RDC entre julho e agosto. "Pelo menos 303 civis foram estuprados, entre eles 235 mulheres, 13 homens, 52 meninas e 3 meninos", detalhou o informe, indicando que este número ainda pode aumentar.

O comunicado informa ainda que "esses horripilantes estupros em série" e "outras violações dos direitos humanos cometidas por grupos armados" aconteceram na região de Walikale entre 30 de julho e 2 de agosto de 2010.
Fonte: http://www.hojeemdia.com.br/c
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