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terça-feira, 17 de maio de 2011

Sesap divulga novos números da dengue

dengue2A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) divulgou, nesta terça-feira (17), por meio do Programa Estadual de Controle da Dengue, o novo boletim epidemiológico da doença. Desde o início do ano até o último dia 07, o RN contabiliza um total de 11.746 casos notificados, dos quais 2.934 foram confirmados.

Conforme os últimos dados, o quantitativo de municípios do Estado que apresentam incidência alta da doença corresponde a 70, enquanto 46 estão com média, 45 com baixa e 6 com incidência silenciosa. O município de Natal permanece com incidência alta, registrando o maior número de notificações do RN (3.171). Em seguida, estão os seguintes municípios: Mossoró (1.135), Parnamirim (875), Santa Cruz (534), João Câmara (526), Pau dos Ferros (384), Macaíba (379), São Gonçalo do Amarante (362), Nova Cruz (331) e São Paulo do Pontegi (238).

O Programa Estadual de Controle da Dengue alerta a população para a importância das medidas de prevenção, principalmente por meio da eliminação de criadouros, para combater a dengue. Além disso, a Sesap prossegue com a operação com os carros-fumacê (Ultra Baixo Volume - UBV), nos municípios onde há alta transmissão da doença.
FONTE: AGENCIA RN

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Estudo afirma que controle da dengue no Brasil é um fracasso

Um estudo acadêmico afirma que o Brasil tem melhorado o controle de doenças infecciosas, mas classifica a dengue como um dos poucos fracassos. "O cenário para o controle dessa doença não é estimulante", diz o estudo "Sucessos e fracassos no controle de doenças infecciosas no Brasil: o contexto social e ambiental, políticas, intervenções e necessidades de pesquisas". O texto foi escrito por seis pesquisadores - entre eles, o professor Mauricio L. Barreto, do Instituto de Saúde Coletiva e da Universidade Federal da Bahia - e publicado na revista científica "The Lancet", lançada na segunda-feira em evento na sede da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), em Brasília.

"A redução da densidade do (mosquito) Aedes aegypti, elo principal da cadeia de transmissão, ainda permanece como um desafio. Mesmo com investimento de mais de meio bilhão de dólares (cerca de R$ 900 milhões) por parte do governo a cada ano para o controle do mosquito, não se tem alcançado redução da densidade vetorial capaz de limitar ou reduzir a expansão da dengue, de forma sustentada", atestam os pesquisadores.


O estudo considera a dengue "um importante problema de saúde pública no Brasil". Segundo o texto, a incidência da doença tem aumentado desde 1986, com uma sucessão de epidemias. Além disso, é também preocupante o fato de que uma crescente proporção dos pacientes vem apresentando a forma grave da doença, a febre hemorrágica - 0,06% dos pacientes, nos anos 1990, crescendo para 0,38%, entre 2002 e 2008.


A pesquisa também afirma que "três em cada quatro municípios brasileiros estão densamente infestados mosquito Aedes aegypti, o principal vetor da dengue". Ainda de acordo com o texto, entre 2000 e 2009, 3,5 milhões de casos de dengue foram registrados, 12.625 dos quais eram do tipo dengue hemorrágica, com registro de 845 óbitos.


"Urge que se desenvolvam novos tratamentos e vacinas para aquelas doenças que provaram ser de difícil controle", concluem os estudiosos, que apontam falhas pontuais no sistema. "Muitos são os gargalos para a pesquisa na área de saúde pública: os centros de pesquisa biomédicas e de saúde pública estão concentrados na região Sudeste do Brasil, que não apresenta as maiores cargas de doença; os procedimentos administrativos para importação de equipamentos de pesquisa são longos; as empresas privadas investem pouco em pesquisa; poucas pesquisas no Brasil geram patentes internacionais ou se traduzem em intervenções implementáveis", afirmam.


Seria necessário, portanto, mais pesquisas, "melhores tratamentos, diagnósticos rápidos e métodos inovadores de controle de vetores", diz o texto. Para os pesquisadores, também há problemas no controle da leishmaniose visceral. "Cerca de 70% de todos os casos de leishmaniose visceral na América do Sul acontecem no Brasil", lamenta o estudo.


Os pesquisadores atestam o sucesso do governo em controlar doenças como cólera, diarreia, doença de Chagas, tétano e poliomielite, com tratamentos disponíveis na rede pública hospitalar e postos de vacinação gratuita. O estudo tece elogios ao programa de controle de HIV/AIDS, "o maior distribuidor de medicamentos antirretrovirais gratuitos em todo o mundo". A revista também publicou estudos sobre saúde materna e infantil, doenças crônicas no Brasil e as decorrências da violência e dos acidentes de trânsito.

Fonte: Agência O Globo

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Dengue: Sesap divulga novos números e prepara ações de combate

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) divulgou, nesta quarta-feira (13), através do Programa Estadual de Combate a Dengue, o novo boletim epidemiológico com os números da dengue. Os dados são referentes até o dia 09 de abril de 2011.

O número total de casos notificados em todo o Rio Grande do Norte é 7.701, com 69 casos de febre hemorrágica e 1 óbito confirmado.

O município de Natal registrou 1.652 casos e ainda é considerado com incidência média da doença. Os dez municípios que apresentam o maior número de notificações no RN são: Mossoró (1.000 casos notificados), Pau dos Ferros (349), João Câmara (341), Parnamirim (338), Macaíba (248), Nova Cruz (215), São Gonçalo do Amarante (206), Equador (188), Guamaré (153) e Santo Antônio (149).

De acordo com Kristiane Fialho, coordenadora do Programa Estadual de Combate a Dengue, a Sesap dará início, nesta quinta-feira (14) a operação com os carros-fumacê (Ultra Baixo Volume - UBV) nas zonas Leste e Oeste de Natal. A operação será feita em 10 bairros: Petrópolis, Cidade Alta, Alecrim, Quintas, Bairro Nordeste, Bom Pastor, Dix Sept Rosado, Barro Vermelho, Lagoa Seca e Mãe Luiza.

Também está programado o início da operação no município de Parnamirim, que ainda irá definir os bairros para utilização dos carros-fumacê. O Estado possui 20 carros-fumacê, sendo 19 em funcionamento e 1 em manutenção. Desde o mês de janeiro deste ano estes veículos já vem sendo utilizados em alguns municípios do RN para conter o avanço da doença no estado.
FONTE: AGENCIA RN

quarta-feira, 30 de março de 2011

Mais de 930 casos de dengue já foram confirmados este ano no RN

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), por meio do Programa de Controle da Dengue, divulgou, nesta terça-feira (29), o mais recente boletim epidemiológico da dengue no RN. Desde o início do ano até o último dia 26 de março, o RN contabiliza um total de 5.222 casos notificados, dos quais 932 foram confirmados. 
O município com maior número de notificações foi Natal (818), seguido de Mossoró (686), Pau dos Ferros (298), João Câmara (220) e Parnamirim (204). O Programa Estadual de Controle da Dengue alerta para a importância de que todos participem no processo de combate à doença, por meio de medidas como evitar água parada, caixas 'd’água destampadas e acúmulo de lixo, fatores que propiciam a propagação do mosquito Aedes Aegypti.
Fonte: Dn Online

sexta-feira, 18 de março de 2011

Dengue já matou 51 pessoas nos dois primeiros meses do ano; 112 óbitos seguem em investigação

Nos dois primeiros meses do ano, foram confirmadas 51 mortes em decorrência da degue no país. Balanço divulgado hoje (18) pelo Ministério da Saúde aponta que 79 casos foram descartados e 112 ainda estão em investigação.
As mortes confirmadas ocorreram no Acre, no Amazonas, no Pará, no Maranhão, no Ceará, em Pernambuco, em Alagoas, na Bahia, em Minas Gerais, no Espírito Santo, no Rio de Janeiro, em São Paulo, no Paraná, em Mato Grosso e em Goiás.

O levantamento indica que o número de casos de dengue até o dia 26 de fevereiro deste ano caiu 37% em relação ao mesmo período do ano passado, com um total de 155.613 notificações (casos suspeitos) em todo o país. A situação, entretanto, ainda é de atenção nas regiões Norte, Nordeste e Sul.
Dados da Secretaria de Vigilância em Saúde mostram que o sorotipo 1 é o que mais tem infectado os brasileiros. O vírus não circulava no país desde a década de 80, o que fez com que milhões de brasileiros não apresentassem imunidade contra ele.
FONTE: AGENCIA BRASIL