As pistolas utilizadas no confronto entre policiais civis e federais, na última quarta-feira, no Curado, foram encaminhadas, nesta segunda-feira (10), ao Instituto Nacional de Criminalística (INC), em Brasília. Também seguiu o exame residuográfico realizado nos policiais e que pode identificar quais deles atiraram durante o tiroteio, que terminou com a morte do policial federal Jorge Washington Cavalcanti de Albuquerque.
O delegado da Polícia Civil Marcelo Ferraz e um agente, que participaram do tiroteio e ainda não prestaram depoimento, deveriam ter sido ouvidos hoje, na Polícia Federal, mas o procedimento foi adiado. Renato Cintra, delegado federal responsável pelo caso, preferiu aproveitar o dia para conversar com os peritos.
Após o depoimento dos dois, Cintra deve aguardar apenas o resultado das perícias para concluir o inquérito. De acordo com o assessor de comunicação da PF, Giovani Santoro, as ouvidas serão realizadas ainda esta semana.
Em relação ao motobói que passava no momento da troca de tiros e chegou a ser levado à delegacia pela Polícia Militar como possível suspeito, Santoro afirmou que não será necessária a ouvida dele. Isso porque, as declarações do motobói dadas ao Jornal do Commercio, segundo o assessor, já haviam sido confirmadas pelos policiais.
Na tarde de hoje, o agente federal Silvio Romero Moury Fernandes dos Santos, ferido no tiroteio, recebeu alta do Hospital Alfa, em Boa Viagem, onde estava internado desde a quarta-feira.
Moury Fernandes foi baleado no abdome durante o confronto com agentes da Polícia Civil, na BR-232, no Curado. Ele já prestou depoimento e vai continuar se recuperando do ferimento em casa.
Ao ser ouvido, o sobrevivente afirmou que os policiais civis teriam atirado primeiro. Já os agentes da Polícia Civil ouvidos dizem que os federais desceram do carro atirando.
O confronto aconteceu quando equipes das duas polícias estavam atrás do mesmo alvo: um traficante que levava um carregamento de pasta-base de cocaína. Os federais já estavam com o traficante e tentavam prender o receptador da droga. Já os civis faziam campana na BR-232, local da entrega do entorpecente.
FONTE : JC ONLINE
O delegado da Polícia Civil Marcelo Ferraz e um agente, que participaram do tiroteio e ainda não prestaram depoimento, deveriam ter sido ouvidos hoje, na Polícia Federal, mas o procedimento foi adiado. Renato Cintra, delegado federal responsável pelo caso, preferiu aproveitar o dia para conversar com os peritos.
Após o depoimento dos dois, Cintra deve aguardar apenas o resultado das perícias para concluir o inquérito. De acordo com o assessor de comunicação da PF, Giovani Santoro, as ouvidas serão realizadas ainda esta semana.
Em relação ao motobói que passava no momento da troca de tiros e chegou a ser levado à delegacia pela Polícia Militar como possível suspeito, Santoro afirmou que não será necessária a ouvida dele. Isso porque, as declarações do motobói dadas ao Jornal do Commercio, segundo o assessor, já haviam sido confirmadas pelos policiais.
Na tarde de hoje, o agente federal Silvio Romero Moury Fernandes dos Santos, ferido no tiroteio, recebeu alta do Hospital Alfa, em Boa Viagem, onde estava internado desde a quarta-feira.
Moury Fernandes foi baleado no abdome durante o confronto com agentes da Polícia Civil, na BR-232, no Curado. Ele já prestou depoimento e vai continuar se recuperando do ferimento em casa.
Ao ser ouvido, o sobrevivente afirmou que os policiais civis teriam atirado primeiro. Já os agentes da Polícia Civil ouvidos dizem que os federais desceram do carro atirando.
O confronto aconteceu quando equipes das duas polícias estavam atrás do mesmo alvo: um traficante que levava um carregamento de pasta-base de cocaína. Os federais já estavam com o traficante e tentavam prender o receptador da droga. Já os civis faziam campana na BR-232, local da entrega do entorpecente.
FONTE : JC ONLINE
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