A polícia já tem a identificação de cinco suspeitos, sendo duas mulheres e três homens, que podem ter participado da tentativa de assalto que resultou na morte do taxista Martinho Francisco da Silva, de 53 anos.
Durante as investigações e abordagens na residência dos suspeitos, a polícia teve acesso a fotografias dos supostos envolvidos no crime.
Segundo o delegado Edvan Queiroz, delegado interino da Primeira Delegacia de Polícia, localizada no Alto de São Manoel, além das fotos, os investigadores conseguiram filmagens de um circuito interno de TV com o registro das imagens das duas mulheres que haviam fretado o veículo do taxista minutos antes de Martinho ter sido encontrado morto na Rua José E. Ferreira, no bairro Costa e Silva.
O suspeito acusado de ter dado cobertura aos assassinos durante a fuga, que havia sido detido após o crime, acabou sendo liberado depois de prestar depoimento.
Para não atrapalhar as investigações, o delegado Edvan Queiroz preferiu não falar sobre o teor do depoimento do suspeito detido.
No período da tarde de ontem, vários taxistas foram à Primeira Delegacia de Polícia para assistir as filmagens e ver as fotos na tentativa de reconhecer os suspeitos. A polícia também contou com a ajuda de várias pessoas que ligaram para delegacia informando terem presenciado o crime.
As testemunhas, que não se identificaram, informaram que o taxista reagiu ao assalto e que teria entrado em luta corporal com um dos integrantes do bando quando foi alvejado com um disparo à queima-roupa na região das costas e morreu no local. Os informantes também descreveram as características físicas dos suspeitos, chegando inclusive a delatar alguns nomes, mas as informações ainda estão sendo checadas pela polícia.
Edvan Queiroz fez questão de frisar que até o momento não há confirmação de como ocorreu o crime e nem mesmo da arma utilizada pelos bandidos. "Pode ter sido uma arma de fabricação caseira. Não recebemos o laudo do Itep informando o calibre da arma. Só ficaremos sabendo detalhes do crime após a apresentação dos suspeitos", declarou Edvan Queiroz.
Temendo pela vida dos suspeitos, o delegado sugeriu aos autores do crime que se apresentem à polícia, acompanhados de advogados, já que o bando corre risco de ser alvo da fúria de vingança dos taxistas colegas da vítima.
A polícia também pede o auxílio da população para que continuem ligando para o disque-denúncia da primeira delegacia, através do número (84) 3315-5674.
Durante as investigações e abordagens na residência dos suspeitos, a polícia teve acesso a fotografias dos supostos envolvidos no crime.
Segundo o delegado Edvan Queiroz, delegado interino da Primeira Delegacia de Polícia, localizada no Alto de São Manoel, além das fotos, os investigadores conseguiram filmagens de um circuito interno de TV com o registro das imagens das duas mulheres que haviam fretado o veículo do taxista minutos antes de Martinho ter sido encontrado morto na Rua José E. Ferreira, no bairro Costa e Silva.
O suspeito acusado de ter dado cobertura aos assassinos durante a fuga, que havia sido detido após o crime, acabou sendo liberado depois de prestar depoimento.
Para não atrapalhar as investigações, o delegado Edvan Queiroz preferiu não falar sobre o teor do depoimento do suspeito detido.
No período da tarde de ontem, vários taxistas foram à Primeira Delegacia de Polícia para assistir as filmagens e ver as fotos na tentativa de reconhecer os suspeitos. A polícia também contou com a ajuda de várias pessoas que ligaram para delegacia informando terem presenciado o crime.
As testemunhas, que não se identificaram, informaram que o taxista reagiu ao assalto e que teria entrado em luta corporal com um dos integrantes do bando quando foi alvejado com um disparo à queima-roupa na região das costas e morreu no local. Os informantes também descreveram as características físicas dos suspeitos, chegando inclusive a delatar alguns nomes, mas as informações ainda estão sendo checadas pela polícia.
Edvan Queiroz fez questão de frisar que até o momento não há confirmação de como ocorreu o crime e nem mesmo da arma utilizada pelos bandidos. "Pode ter sido uma arma de fabricação caseira. Não recebemos o laudo do Itep informando o calibre da arma. Só ficaremos sabendo detalhes do crime após a apresentação dos suspeitos", declarou Edvan Queiroz.
Temendo pela vida dos suspeitos, o delegado sugeriu aos autores do crime que se apresentem à polícia, acompanhados de advogados, já que o bando corre risco de ser alvo da fúria de vingança dos taxistas colegas da vítima.
A polícia também pede o auxílio da população para que continuem ligando para o disque-denúncia da primeira delegacia, através do número (84) 3315-5674.
Protesto - Taxistas de Mossoró e região organizaram um protesto ontem após o enterro do colega de profissão Martinho Francisco.
Diversos carros ficaram em frente à Primeira Delegacia de Plantão do Alto de São Manoel, e o clima ficou tenso quando surgiu boatos de que um dos acusados na prática do homicídio estaria detido no local.
Taxistas cobram mais segurança para a categoria, que frequentemente é vítima de assaltos na região de Mossoró. Vários táxis amanheceram com frases de protesto.
Diversos carros ficaram em frente à Primeira Delegacia de Plantão do Alto de São Manoel, e o clima ficou tenso quando surgiu boatos de que um dos acusados na prática do homicídio estaria detido no local.
Taxistas cobram mais segurança para a categoria, que frequentemente é vítima de assaltos na região de Mossoró. Vários táxis amanheceram com frases de protesto.
Relembrando - O irmão Martinho, como era mais conhecido pelos colegas de profissão e pelos frequentadores da Igreja Batista Regular da Fé, localizada no Alto de São Manoel, foi encontrado morto com um único disparo de arma de fogo nas costas e caído ao lado do seu veículo, um Corsa, automóvel cadastrado com o número 155, de cor prata, placa MZL-9199, de Mossoró.
Na última vez que foi visto com vida pelos colegas de profissão, que trabalham em um ponto de táxi na Praça Bento Praxedes, o taxista havia sido contratado por duas jovens para uma corrida. Cerca de 40 minutos após ter saído levando as duas passageiras, o irmão Martinho, como era conhecido pelos colegas, era evangélico da Igreja Batista Regular da Fé, localizada no Alto de São Manoel, aposentado de uma fábrica de cimento em Mossoró e trabalhava como taxista há apenas quatro anos, na "Praça do Codó", centro da cidade. Também era casado e pai de um casal de filhos. (leia mais na capa do caderno Mossoró).
Na última vez que foi visto com vida pelos colegas de profissão, que trabalham em um ponto de táxi na Praça Bento Praxedes, o taxista havia sido contratado por duas jovens para uma corrida. Cerca de 40 minutos após ter saído levando as duas passageiras, o irmão Martinho, como era conhecido pelos colegas, era evangélico da Igreja Batista Regular da Fé, localizada no Alto de São Manoel, aposentado de uma fábrica de cimento em Mossoró e trabalhava como taxista há apenas quatro anos, na "Praça do Codó", centro da cidade. Também era casado e pai de um casal de filhos. (leia mais na capa do caderno Mossoró).
fonte: gazeta do oeste
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