FRENTE DA CADEIA PÚBLICA
Foi acionado três viaturas, e uma dupla ROCAM e O GTO, 14 policias militares foram acionados para reforçar o efetivo da Cadeia Pública Juiz Manoel Onofre de Souza. Os policias foram chamados para conter um princípio de rebelião que teve início durante o horário de visita dos familiares de presos às 15h.
A direção do presídio chamou a Polícia Militar para tentar conter o movimento. Sem sucesso. Cerca de 70 familiares, entre idosos, mulheres e crianças, inclusive dois recém-nascidos, permaneceram no local como escudo humano.
Os presos colocaram colchões na quadra da unidade e onde passou a noite, usando seus familiares como proteção contra a entrada da polícia.
VICE- DIRETORA FRANCINETE
A juíza Welma Menezes e o promotor Armando Lúcio estiveram na Cadeia tentando negociar com os detentos, mas também não conseguiram a liberação dos familiares. A vice-diretora da unidade, Francinete Fernandes, não quis falar com a imprensa, alegando que estaria ocupada com as negociações.
GTO PERMANECEU ATÉ O FINAL DA REBELIÃO
Não houve invasão policial. À noite, boa parte das guarnições da polícia deixou o local, permanecendo o GTO que ficou a noite toda de pronto emprego no local. A luz do Pavilhão Dois foi desligada pela direção da Cadeia.
MOTIVO
Depois de terem sido punidos por indisciplina pela direção da cadeia. Vários detentos tiveram televisões retiradas das celas do Pavilhão Dois.
Outro problema que motivou a insurgência da revolta são as constantes quedas de energia elétrica que ocorrem nos pavilhões.
Os presos reclamam do calor, já que os ventiladores não têm como funcionar devido aos apagões, e do ataque de mosquitos no período da noite.
Os presos aproveitaram a visita de familiares e eles começaram a fazer barulho, batendo nas grades das celas.
FIM DA REBELIÃO
Hoje 30 de Julho por volta das 10h30min, todos os familiares dos detentos foram liberados, porem permaneceram em frente ao presídio até a retirada dos policiais que foram reforçar.



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