O número de praias impróprias para banho já foi maior em meados do mês (chegou a nove no dia 15), mas julho termina com quatro praias com altos índices de coliformes fecais. O boletim semanal do programa Água Azul, realizado numa parceria entre Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) e Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) foi divulgado na tarde desta sexta-feira, 30, e pode ser considerado válido até a emissão do próximo boletim.
O estudo revela que o número de praias caiu, mas ainda preocupa porque os quatro pontos – Areia Preta, Praia do Forte, Redinha e Genipabu – são considerados pontos turísticos de Natal e região. A praia de Genipabu fica no município de Extremoz. Todas as outras são praias urbanas da capital.
Nestes locais a praia está com mais de nove mil coliformes fecais a cada 100 mililitros de água. Para que um local possa ser considerado próprio para banho, 80% dos resultados deve ser positivo - ou seja, o resultado de quatro das cinco análises amostradas pode apontar a presença de até 800 bactérias a cada 100 ml de água. O órgão que coordena este índice é o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).
O estudo é feito com instituições parceiras, como Secretaria de Recursos Hídricos do Governo do Estado, do Instituto de Gestão das Águas do Estado (Igarn), Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa). O boletim divulgado hoje serve para orientar os banhistas que frequentam as praias no final de semana.
O estudo revela que o número de praias caiu, mas ainda preocupa porque os quatro pontos – Areia Preta, Praia do Forte, Redinha e Genipabu – são considerados pontos turísticos de Natal e região. A praia de Genipabu fica no município de Extremoz. Todas as outras são praias urbanas da capital.
Nestes locais a praia está com mais de nove mil coliformes fecais a cada 100 mililitros de água. Para que um local possa ser considerado próprio para banho, 80% dos resultados deve ser positivo - ou seja, o resultado de quatro das cinco análises amostradas pode apontar a presença de até 800 bactérias a cada 100 ml de água. O órgão que coordena este índice é o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).
O estudo é feito com instituições parceiras, como Secretaria de Recursos Hídricos do Governo do Estado, do Instituto de Gestão das Águas do Estado (Igarn), Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa). O boletim divulgado hoje serve para orientar os banhistas que frequentam as praias no final de semana.
Da Redação do DIARIODENATAL.COM.BR
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