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domingo, 11 de julho de 2010

Exército mata 20 rebeldes

Soldado com um lançador de foguetes pede que moradores deixem a área onde ocorreu o ataque suicida do Talibã
REUTERS


Conflito se dá em região que é o reduto máximo da insurgência talibã e refúgio de membros da Al Qaeda

Lahore Pelo menos 20 insurgentes morreram durante as últimas 24 horas em combates com as forças de segurança paquistaneses em uma região tribal que faz fronteira com o Afeganistão.

Os enfrentamentos ocorreram na demarcação do Waziristão do Sul, onde o exército respondeu na sexta-feira à noite a um ataque insurgente lançado contra um posto de controle e matou 20 fundamentalistas, enquanto seis soldados ficaram feridos, segundo a fonte.

As forças de segurança lançaram recentemente uma operação em grande escala nesta região, que era considerada o reduto máximo da insurgência talibã do país e refúgio de membros da Al Qaeda e outros grupos extremistas.

O comando paquistanês assegurou nos últimos tempos que a zona foi "limpada" de fundamentalistas, mas os fatos violentos continuam acontecendo. Cerca de 300 mil civis estão deslocados de seus lares por este conflito há meses, segundo dados da ONU.

O número de mortes por um ataque suicida na conflituosa região da fronteira do Paquistão com o Afeganistão aumentou ontem para 102, segundo informaram as autoridades paquistanesas. O Movimento Talibã do Paquistão (sigla TTP) assumiu responsabilidade pelo atentado, perpetrado por um homem em uma motocicleta-bomba na última sexta-feira, na região pashtun de Mohmand.

O homem explodiu-se durante uma reunião de centenas de pessoas em torno do escritório de uma autoridade do governo paquistanês. Entre os feridos estavam pessoas desalojadas pelos conflitos entre forças de segurança e militantes que procuravam assistência perto do local da explosão.

Outras explosões ocorridas em Yakaghund, um vilarejo de 4 mil habitantes localizado no distrito tribal de Mohmand, deixaram também pelo menos 168 feridos. Esta região do noroeste paquistanês há anos sofre com a violência promovida por militantes dos grupos extremistas Al-Qaeda e Talibã.

As bombas foram detonadas nas imediações do escritório de Rasool Khan, um vice-administrador de Mohmand. Segundo Khan, que escapou ileso do ataque, entre 70 e 80 estabelecimentos comerciais foram danificados ou destruídos pelas explosões. Uma prisão local também foi atingida, permitindo a fuga de 28 criminosos comuns (não militantes).

O ataque da última sexta-feira é o mais mortal do Paquistão desde a explosão em um mercado de Peshawar, em outubro do ano passado, quando 105 pessoas morreram. O governo paquistanês, pressionado pelo aliado americano, iniciou no ano passado uma grande ofensiva contra os militantes talibãs do vale do Swat, noroeste de Islamabad.

Sequência de ações
Os ataques de sexta-feira sucedem a outras ações registradas na véspera. Na quinta-feira, três homens-bomba atacaram uma mesquita sufi em Lahore, no leste do Paquistão, deixando pelo menos 42 mortos e mais de 150 feridos. Foi o segundo atentado grave na cidade em um mês. Centenas de devotos estavam no templo Data Gunj Bakhsh, no centro da cidade. As noites de quinta-feira são um período particularmente movimentado nas mesquitas paquistanesas. A polícia está em estado de alerta.

"Cadáveres estão espalhados por todo o pátio da mesquita", disse o fotógrafo Mohsin Raza, que estava no local. "Há sangue por todo lado. Dois dos mortos eram meus amigos. Foi muito horripilante", relatou Mohsin Raza na ocasião.


FONTE: DIARIO DO NORDESTE

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